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Papel das cisteína catepsinas na erosão dentinária

Processo: 13/19657-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Beneficiário:Vinícius Taioqui Pelá
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Erosão dentária   Dentina   Metaloproteinases da matriz   Cisteína   Catepsinas

Resumo

Na dentina, a matriz orgânica desmineralizada tem um papel protetor contra desafios erosivos subsequentes. Porém, essa camada pode ser degradada por proteases, como as metaloproteinases da matriz (MMPs) e cisteína catepsinas (CCs). Recentemente, o uso de inibidores de proteases da matriz surgiu como uma importante ferramenta preventiva contra a erosão dentinária. Entretanto, o(s) mecanismo(s) exato(s) pelo(s) qual(is) os inibidores de proteases podem prevenir a erosão dentinária, bem como os tipos de proteases mais envolvidas neste processo ainda não são completamente conhecidos. Assim, o objetivo geral deste projeto será investigar o papel das CCs, uma das duas principais proteases da matriz, na erosão dentinária. Para tal, espécimes de dentina radicular humana (4X4X2 mm) com uma janela exposta de 2X4mm serão aleatoriamente alocados a 6 grupos (n=15 por grupo), os quais receberão aplicação de géis contendo inibidores de proteases (E-64, inibidor II específico de CCs, clorexidina), fluoreto ou nenhum princípio ativo (gel placebo), havia ainda um grupo não tratado com gel. Os géis serão aplicados numa fina camada com o auxílio de uma microbrush por 1 minuto, uma única vez e cuidadosamente removidos com um cotonete. Na sequência, os espécimes serão submetidos à desmineralização erosiva, por imersão individual em 30 mL de Coca-cola por 90 segundos, 4 vezes ao dia, durante 5 dias. Entre as fases de desmineralização, serão armazenados individualmente em saliva artificial. A perda de tecido desmineralizado e mineralizado será avaliada por perfilometria (¼m). Os dados serão submetidos a análise de normalidade e homogeneidade, para seleção do teste estatístico apropriado (p<0,05). (AU)