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Helmintos parasitas dos anfíbios das famílias Hylidae e Microhylidae em três fisionomias de cerrado

Processo: 13/18927-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2013
Vigência (Término): 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Helmintologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Luciano Alves dos Anjos
Beneficiário:Mariana Retuci Pontes
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Anura   Fragmentação   Mato Grosso do Sul   Trematoda   Animais silvestres   Nematoda

Resumo

A maior diversidade biológica está concentrada nas regiões tropicais, no entanto as biotas dessas áreas tropicais ainda são relativamente subamostradas. Dentro do grupo de espécies pouco amostradas estão os helmintos parasitas de anfíbios, os quais representam um verdadeiro "zoológico invisível". Os parasitas são uma parte importante da biodiversidade em todos os ecossistemas e contribuem para manutenção da diversidade local de hospedeiros e das funções ecossistêmicas, assim como para aspectos da história natural dos seus hospedeiros. A maior diversidade de anfíbios é encontrada no Brasil, porém a fauna de parasitas é conhecida para cerca de 10% das espécies de anuros. Desta forma, este projeto visa avaliar as comunidades de parasitas, e seus parâmetros parasitários nos anfíbios pertencentes a duas famílias, Microhylidae e Hylidae, em três fitofisionomias de Cerrado (Mata de Galeria, Cerrado sensu stricto e Floresta de Transição), localizadas na Fazenda de Ensino Pesquisa e Extensão - FEPE, município de Selvíria, estado do Mato Grosso do Sul. Por conter elementos da mata semidecídua e do Cerrado sensu stricto será avaliado em que extensão a área de transição apresenta maior riqueza e diversidade de parasitas associados aos anfíbios.