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Sensibilização in vitro de linfócitos T para análise da habilidade imunoestimuladora dos híbridos de células dendríticas e células tumorais

Processo: 13/26044-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Jose Alexandre Marzagão Barbuto
Beneficiário:Mariana Pereira Pinho
Supervisor no Exterior: Renata Stripecke
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Hannover Medical School, Alemanha  
Vinculado à bolsa:12/10939-0 - Enriquecimento antigênico de linhagens tumorais: estratégia para abordagens imunoterapêuticas personalizadas, BP.MS
Assunto(s):Células dendríticas   Antígenos de neoplasias   Vacinas

Resumo

Células dendríticas (DCs) são células apresentadoras de antígenos profissionais que passaram a ser muito utilizadas em protocolos de imunoterapia desde a descoberta da possibilidade da sua geração in vitro a partir de monócitos. Para induzir uma resposta antitumoral, as DCs precisam ser carregadas com antígenos do tumor. Devido à heterogeneidade tumoral, seria preferível que o carregamento das DCs fosse feito com diversos antígenos, um processo que pode ser obtido utilizando-se produtos das células tumorais. Uma maneira de gerar uma resposta tumoral poliantigênica é utilizando a fusão de células dendríticas com células tumorais. Esses híbridos foram descritos como capazes de induzir uma resposta imune robusta, mas com uma resposta clínica não tão satisfatória na maioria dos casos. Esse fracasso relativo pode ser uma consequência de defeitos encontrados nas células dendríticas geradas a partir de monócitos obtidos do paciente com câncer. Assim, pode-se utilizar, para geração dos híbridos, DCs diferenciadas a partir de monócitos de um doador saudável não relacionado. Além de apresentar os antígenos tumorais com a coestimulação necessária, esses híbridos semi-alogeneicos poderiam quebrar o equilíbrio entre o tumor e o sistema imune através da indução de um potente efeito alogeneico. Porém, ainda não é bem conhecido se esses híbridos são capazes de induzir uma resposta antígeno-específica contra o tumor. Portanto, o objetivo desse trabalho é avaliar a habilidade desses híbridos semi-alogeneicos em induzir a diferenciação de linfócitos T CD8+ antígeno-específicos em comparação com a resposta bem estabelecida induzida pelas Smart-DCs. Para isso, serão usadas células de pacientes com leucemia aguda mielóide (AML) que foram coletadas durante a fase ativa da doença e após remissão. Essas amostras serão usadas como fonte de células tumorais, que serão utilizadas para gerar os híbridos, e de linfócitos T que serão estimulados por esses híbridos. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
PINHO, MARIANA PEREIRA; SUNDARASETTY, BALA SAI; BERGAMI-SANTOS, PATRICIA CRUZ; STEPONAVICIUS-CRUZ, KAREN; FERREIRA, ADILSON KLEBER; STRIPECKE, RENATA; BARBUTO, JOSE ALEXANDRE M. Dendritic-tumor cell hybrids induce tumor-specific immune responses more effectively than the simple mixture of dendritic and tumor cells. CYTOTHERAPY, v. 18, n. 4, p. 570-580, APR 2016. Citações Web of Science: 6.

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