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Envolvimento de STI1 no controle da proliferação de células-tronco embrionárias

Processo: 13/23784-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Marilene Hohmuth Lopes
Beneficiário:Anderson Barbosa Machado
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/13906-2 - Contribuição da co-chaperonina STI1 no desenvolvimento murino: células tronco embrionárias como modelo de estudo, AP.JP
Assunto(s):Biologia celular

Resumo

Estudos recentes demonstram que a co-chaperonina Stress Inducible Protein (STI1) se associa à glicoproteína de membrana prion celular ( PrPC) e este complexo participa de processos relacionados à plasticidade neural durante o desenvolvimento embrionário, levantando a hipótese de que STI1 seja uma molécula reguladora de importantes funções biológicas em estágios precoces do desenvolvimento embrionárioEstudos recentes demonstraram que a deleção de STI1 em camundongos acarreta a má formação de embriões a partir do E6.5 e letalidade a partir do E10.5, indicando o papel fundamental de STI1 durante o desenvolvimento embrionário de mamíferos.Células-Tronco Embrionárias (CTEs) murinas, derivadas da Massa Celular Interna (MCI) localizada no interior do blastocisto (E3,5 murino), são pluripotentes e dessa forma podem dar origem a qualquer tipo celular do organismo, As linhagens celulares provenientes de CTEs são semelhantes às células originadas a partir de progenitores do epiblasto da MCI, dessa forma, pode-se sugerir que  as CTEs mimetizam um modelo in vitro do desenvolvimento inicial do epiblasto.Através do cultivo de CTEs murinas é possível mimetizar in vitro estágios iniciais do desenvolvimento o que se torna o modelo ideal para estudarmos as propriedades fisiológicas de STI1 no desenvolvimento embrionário. Portanto, o principal objetivo deste estudo é analisar a capacidade proliferativa de células-tronco embrionárias expressando diferentes níveis de STI1.