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Avaliação da sensibilidade à insulina e da transdução do sinal insulínico em ratos adultos com lesão pulpar

Processo: 13/25590-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Doris Hissako Sumida
Beneficiário:Kelly Cristina Barboza dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/08722-2 - Avaliação da sensibilidade à insulina e da transdução do sinal insulínico em ratos adultos com lesão pulpar, AP.R
Assunto(s):Diabetes mellitus   Fator de necrose tumoral alfa   Resistência à insulina   Inflamação

Resumo

RESUMO: A inflamação oral focal pode causar manifestações sistêmicas deletérias no corpo humano, entre elas, o diabetes mellitus (DM). Tal fato mostra-se relevante porque intervenções cirúrgicas conduzidas em pacientes diabéticos descompensados implicam em grave risco à saúde. A lesão pulpar (LP) é caracterizada localmente por inflamação e aumento da quantidade de citocinas inflamatórias, tais como TNF-± e IL-6, conhecidas por induzir resistência celular à insulina. A inflamação associada à deficiência de insulina ocasiona alterações fisiológicas que conferem imunossupressão, redução do número de osteoblastos e consequente diminuição da capacidade de reparo tecidual no indivíduo. Entretanto, ainda é desconhecida a correlação entre DM e LP. Tendo conhecimento de que as citocinas inflamatórias TNF- ± e IL-6 podem gerar alteração no sinal insulínico, torna-se primordial investigar a possibilidade de um processo inflamatório local como a LP "per se" causar resistência à insulina em indivíduos não diabéticos. Os objetivos do presente estudo serão avaliar em ratos com LP: 1) glicemia, insulinemia, colesterolemia, triacilgliceridemia e as concentrações plasmáticas de citocinas inflamatórias (TNF- ± e IL-6); 2) grau de fosforilação em tirosina e em serina da pp185 (IRS1/IRS2) em tecido adiposo branco periepididimal (TAB), muscular esquelético gastrocnemius (G) e hepático (FIG); 4) grau de fosforilação em serina da proteína quinase B (PKB ou Akt) em TAB, G e FIG. Serão utilizados 60 ratos Wistar (2 meses de idade) divididos em dois grupos: a) ratos do grupo controle, sem a LP; b) ratos com LP induzida em molares superiores direito empregando-se broca em aço carbono dotada de esfera na extremidade com 0,1 mm. Após 30 dias da indução da LP, os animais serão anestesiados para a realização dos experimentos.