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Mapeamento das necessidades de saúde mental, dependência química e uso de álcool e outras drogas psicoativas no município de Ribeirão Preto

Processo: 13/26152-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2014
Vigência (Término): 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Psiquiátrica
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Margarita Antonia Villar Luis
Beneficiário:Natália Cristina Beneton
Instituição-sede: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/51732-9 - Identificação e intervenção nas necessidades de saúde relacionadas ao uso abusivo de álcool em populações usuárias de serviços com Programa Saúde da Família (PSF) do município de Ribeirão Preto-SP, AP.PP.SUS
Assunto(s):Enfermagem em saúde pública   Saúde da família   Alcoolismo   Transtornos relacionados ao uso de álcool   Transtornos relacionados ao uso de substâncias   Ribeirão Preto (SP)

Resumo

Considerando que os problemas de saúde mental e o uso abusivo e dependência de álcool e outras drogas são um problema de saúde pouco dimensionado no município de Ribeirão Preto, o projeto se propõe a auxiliar no diagnóstico local, centralizando-se no levantamento de informações sobre problemas mentais e uso de álcool e outras drogas psicoativas entre uma amostra de população da zona de abrangência da USP - Zona Oeste, planejar intervenções e avaliar o resultado das mesmas. E tem como objetivos específicos: 1. Identificar a ocorrência de problemas mentais e abuso e dependência de drogas, entre as famílias cadastradas nas equipes de ESF ligadas a USP - Zona oeste 2. Rastrear os fatores de risco para o abuso e dependência de drogas psicoativas; 3. Implementar propostas de intervenção para familiares que relatam ter membros com problemas de saúde mental e para familiares com membros usuários de drogas psicoativas; 4. Implementar proposta de intervenção para os usuários de drogas psicoativas licitas e ilícitas; 5. Capacitar os profissionais do Núcleo de Saúde da Família onde serão realizadas as intervenções; 6. Avaliar a efetividade das intervenções no intuito de estender a proposta aos demais Núcleos da Região. Trata-se de um estudo comunitário, aberto, não controlado para avaliação de desfecho de intervenção, com duas fases de coleta, pré e pós-intervenção, realizado em 24 meses. Desenvolvido nos Núcleos de Saúde da Família (NSF) da região Oeste, dividido em três fases: Diagnóstico, realizado nos 5 Núcleos para identificação das famílias cadastradas que apresentam problemas de saúde mental ou de uso de álcool e outras drogas psicoativas; visitas às famílias para identificação e rastreamento de problemas e de fontes de apoio, com o uso dos instrumentos ASSIST (Alcohol, Smoking and Substance Involvement Screening Test), Self Report Questionnaire (SRQ-20), Social Support Questionnaire (SSQ), Satisfação com Suporte (SSQ-S) e Dartmounth Prumary Care Cooperative Information Project Funcion Charts (COOP function charts); Intervenção: aplicação da intervenção breve em pacientes com escore moderado e alto no ASSIST, os profissionais de saúde serão capacitados para dar continuidade a esse trabalho; os familiares/cuidadores, tanto de portadores de doença mental como usuários de drogas psicoativas, serão convidados a participarem de um curso de Terapia de Solução de Problemas de Nezu & Nezu; os trabalhadores em geral serão convidados a participar do treinamento para aplicação de instrumentos, intervenção breve e da capacitação em solução de problemas; Avaliação: após seis meses os instrumentos de rastreamento serão reaplicados nas famílias; e por entrevista individual, sobre o alcance dos objetivos previstos. Os dados serão tratados e analisados utilizando o SPSS (versão 16.0) e às informações obtidas mediante entrevista, serão trabalhadas através da análise de conteúdo (temática categorial) de Bardin. Parte deste projeto já foi aprovado pelo Comitê de Ética da EERP/USP, protocolo nº 426/2010. (AU)