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Efeito da hiperuricemia no plasma de gestantes portadoras de pré-eclâmpsia sobre a autofagia em células mononucleares

Processo: 14/00693-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Maria Terezinha Serrão Peraçoli
Beneficiário:Mariana Leticia Matias
Supervisor no Exterior: Steven S. Witkin
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa : Weill Cornell Medical College, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:12/21287-3 - Análise de inflamassoma induzido por urato monosódico em monócitos de gestantes portadoras de pré-eclâmpsia, BP.MS
Assunto(s):Tocoginecologia   Pré-eclâmpsia   Ácido úrico   Autofagia   Inflamassomos

Resumo

A pré-eclâmpsia (PE) é uma complicação clínica da gravidez, caracterizada por hipertensão e proteinúria, identificadas após a 20ª semana de gestação. Essa patologia está associada com hiperuricemia, valores séricos elevados de citocinas inflamatórias, ativação de leucócitos e estresse oxidativo. Níveis elevados de ácido úrico no plasma de gestantes com PE têm sido considerados não apenas como um marcador de gravidade, mas representam uma contribuição direta para a patogênese da PE. Cristais de ácido úrico podem ativar um complexo intracelular denominado inflamassomo, uma estrutura multi-protéica, importante para o processamento e liberação das citocinas inflamatórias IL-1b e IL-18. Por outro lado, o processo intracelular catabólico denominado autofagia, que elimina organelas e proteínas danificadas do citoplasma, parece ser um potente mecanismo anti-inflamatório, que controla a ativação de inflamassomas e é capaz de manter a homeostase celular. Considerando que a hiperuricemia é um achado comum em gestações com pré-eclâmpsia, associado com gravidade, estresse oxidativo e níveis elevados de citocinas inflamatórias presentes no plasma das pacientes, o presente estudo tem como objetivo avaliar se os níveis plasmáticos de ácido úrico em gestantes portadoras de PE podem inibir a autofagia in vitro por células linfóides mononucleares e, se esse efeito pode variar com a concentração de ácido úrico no plasma. Serão estudadas 40 gestantes, sendo 20 normotensas e 20 portadoras de pré-eclâmpsia, pareadas pela idade gestacional e 20 mulheres saudáveis não grávidas. Células mononucleares do sangue periférico (5 x 105) obtidas de mulheres saudáveis não grávidas serão incubadas a 37oC, em atmosfera constante de 5% de CO2, na presença ou ausência de 10% de plasma de gestantes normotensas ou pré-eclâmpticas. Como controle, o ensaio do será realizado na presença ou ausência de rapamicina, indutor de autofagia, na concentração de 800 mmol/L. Culturas controle serão realizadas na presença de 10% de soro bovino fetal e diferentes concentrações de urato monosódico. Após 48 de cultura as células submetidas à lise e a proteína p62 será determinada no sobrenadante das células por ensaio imunoenzimático (ELISA). (AU)

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