| Processo: | 13/25146-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 07 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 06 de abril de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | João Palermo Neto |
| Beneficiário: | Eduardo Kenji Hamasato |
| Supervisor: | Terrence Deak |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Binghamton University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 12/03372-3 - A influência da convivência com um parceiro doente sobre a resposta inflamatória alérgica pulmonar, BP.DR |
| Assunto(s): | Camundongos Estresse em animal Neuroimunomodulação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camundongos | Convivência com doentes | eixo hipotálamo-pituitária-adrenal | estresse | inflamação alérgica pulmonar | neuroimunomodulação | Neuroimunomodulação |
Resumo As relações bidirecionais entre os sistemas nervoso e imune são de grande importância para a manutenção da homeostase. Estudos de nosso laboratório mostraram que a convivência de prolongada com um parceiro doente (injetado com células do tumor de Erhlich), produz alterações neuroquímicas, endócrinas, imunológicas e comportamentais. Em particular, relatamos um aumento na atividade locomotora e no turnover de noradrenalina no hipotálamo, uma diminuição da atividade de macrófagos, neutrófilos e aumento dos níveis de adrenalina e noradrenalina plasmática sem alterações nos níveis séricos de corticosterona. Esses fatos nos levaram a sugerir que os animais apresentam marcantes mudanças fisiológicas induzidas pela convivência com um companheiro doente, provavelmente provocada pela estimulação olfativa de odores liberados pelo parceiro doente. Neste sentido, estudamos sob uma perspectiva neuroimune a influência da convivência por 14 dias com um parceiro doente sobre a resposta inflamatória alérgica pulmonar em um modelo experimental de asma. No presente momento, nossos resultados mostram que a convivência com o parceiro doente exacerba a inflamação alérgica pulmonar. Assim, o objetivo do presente projeto é determinar os circuitos neurais ativados durante a coabitação com um parceiro doente. A ênfase será dada para as vias ativadas pelo estresse, tal como o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. (AU) | |
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