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Efeito da luz e temperatura sobre a expressão de genes do relógio em anfíbio e mamífero: células pigmentares como modelo de estudo

Processo: 13/02131-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2014
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Ana Maria de Lauro Castrucci
Beneficiário:Nathana Fernandes Mezzalira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50214-4 - Mecanismos de ajuste do relógio por luz e temperatura: aspectos filogenéticos, AP.TEM
Assunto(s):Relógios biológicos   Ritmos biológicos   Relógios circadianos periféricos   Genes de relógio   Expressão gênica   Luz   Efeitos da temperatura   Anfíbios   Mamíferos

Resumo

Ritmos biológicos podem ser entendidos como manifestações claras de organização temporal, organização tal, que permite aos organismos ocuparem seu nicho temporal no momento adequado. Os relógios internos são responsáveis pelo período de oscilação endógena, entretanto, os ciclos ambientais ajustam o relógio endógeno e, nessa função, os ciclos claro-escuro são dominantes. Acredita-se que os ciclos diários dos organismos em resposta às oscilações diárias de temperatura e luminosidade sofreram as mesmas pressões seletivas em sua co-evolução, resultando na associação entre os osciladores endógenos e os fotorreceptores. As células fotorreceptoras são a primeira via de captação e identificação do ciclo ambiental e os próprios pigmentos fotossensíveis constituem-se em receptores de membrana que capturam os fótons. Em mamíferos, os fotorreceptores cones e bastonetes são responsáveis pela transdução do sinal, sendo que nos bastonetes é encontrado o pigmento visual rodopsina, que teve sua expressão, bem como sua funcionalidade, demonstrada em melanócitos B16 de Mus musculus, onde a luz visível é responsável pela inibição da proliferação dessas células. Entretanto, os fotorreceptores clássicos não são essenciais para o ajuste do relógio biológico de mamíferos, outros fotorreceptores retinais, denominados Células Ganglionares Fotossensíveis (ipRGCs), também desempenham essa função. As ipRGCs expressam o fotopigmento melanopsina, que foi clonada inicialmente em melanóforos de Xenopus laevis e está presente na retina de todos os grupos de vertebrados, tendo sido indicada como principal componente para sincronização do relógio circadiano. A fotossensibilidade dos melanóforos de Xenopus laevis e de melanócitos de camundongos faz deles um modelo ideal para a análise filogenética do efeito da luz e temperatura sobre a expressão dos genes de relógio Clock, Bmal 1 e Per1. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MEZZALIRA, Nathana Fernandes. Efeito da Luz e Temperatura Sobre a Expressão de Genes do Relógio em Mamífero: Tecidos Periféricos como Modelo de Estudo. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências São Paulo.

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