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Efetividade do tratamento em portadores de hepatite viral crônica C em serviço de tratamento assistido do estado de São Paulo

Processo: 14/01813-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Gerusa Maria Figueiredo
Beneficiário:Salete Alves Cordeiro
Instituição-sede: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/51801-0 - Efetividade do tratamento em portadores de hepatite viral crônica C em serviço de tratamento assistido do estado de São Paulo, AP.PP.SUS
Assunto(s):Hepatite C   Resultado do tratamento

Resumo

A infecção pelo vírus da hepatite C (VHC) vem se constituindo em um desafio para os serviços de saúde devido ao passivo de portadores crônicos que se infectaram ao receber transfusão de sangue antes da instituição da triagem sorológica em bancos de sangue ou de através de outras formas de infecção parenteral. O tratamento dessa infecção vem sendo proposto e aperfeiçoado desde o final da década de 90 do século passado, com um arsenal terapêutico oneroso, com efeitos colaterais importantes e com uma eficácia que varia entre 40 a 80%, a depender de fatores ligados ao paciente e ao vírus, com o esquema vigente no Sistema Único de Saúde (SUS), que é a associação de alfapeginterferona e ribavirina. Estudos internacionais vêm apontando que a adesão adequada ao tratamento é influenciada por vários fatores, destacando-se o acompanhamento do tratamento de forma individualizada. Essa abordagem vem sendo buscada com a implantada nos Serviços de Tratamento Assistido (STA), o que pode ter um impacto positivo na adesão e manejo dos eventos adversos, contribuindo para alcançar uma melhor resposta. O presente estudo visa avaliar a efetividade do tratamento vigente da hepatite crônica C, em condições da 'vida real', nos pacientes acompanhados na rotina da rede de Serviços de Tratamento Assistido (STA) do Estado de São Paulo. Também objetiva subsidiar uma proposta de linha de cuidado ao paciente em tratamento da hepatite C crônica, que reforce sua adesão ao tratamento. A possível introdução dos inibidores de protease em associação com alfapeginterferona e ribavirina, o que acarretará aumento de efeitos colaterais deve ocorrer sob a perspectiva de serviços estruturados dentro dessa lógica. (AU)