| Processo: | 13/15089-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Inge Elly Kiemle Trindade |
| Beneficiário: | Alicia Graziela Noronha Silva Salgueiro |
| Instituição Sede: | Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fluoroscopia Insuficiência velofaríngea Fissura palatina Rinomanometria Fala Rinometria acústica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fala | Fissura Palatina | fluoroscopia | Insuficiência velofaríngea | Rinomanometria | Rinometria Acústica | Fisiologia da Fala |
Resumo A rinometria acústica (RA) é uma técnica conhecida por avaliar a geometria nasal das narinas até nasofaringe, bem como sua permeabilidade, fornecendo dados gráficos da área de secção transversa e do volume nasofaringeo. Como parte de um projeto mais amplo, desenvolvido no Laboratório de Fisiologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais-USP, no qual se têm investigado a eficiência e as aplicações da rinometria acústica no diagnóstico da insuficiência velofaríngea (IVF), o presente estudo terá por objetivo analisar, por meio da RA, a atividade velofaríngea de pacientes com fissura de palato operada e diagnóstico clínico de disfunção velofaríngea (DVF), comparativamente à atividade aferida por rinomanometria anterior modificada e videofluoroscopia, usadas como métodos de referência, indireto e direto, respectivamente. Para tanto, será determinado o volume nasofaríngeo durante o repouso velofaríngeo (interrupção voluntária da respiração) e durante amostras de fala especificas (atividade velofaríngea máxima), utilizando o sistema Eccovision Acoustic Rhinometer (Hoods). Mudanças no volume nasofaríngeo causado pela atividade velofaríngea serão analisadas através do cálculo da diferença absoluta e relativa entre os volumes obtidos durante a fala e no repouso (V = VF-VR e V = VS-VR/VR, respectivamente). Para validar a técnica, a variável volumétrica será comparada com indicadores da atividade velofaríngea na fala aferidos pela rinomanometria anterior modificada (área seccional do orifício velofaríngeo) e pela videofluoroscopia (extensão da falha velofaríngea, presença de elevação do véu palatino e movimentação das paredes faríngeas, participação da língua). O principal objetivo deste estudo é, portanto, a introdução de um novo método de avaliação da função velofaríngea entre os exames de rotina disponíveis para o diagnóstico de IVF e acompanhamento dos resultados de intervenções terapêuticas em pacientes com fissura labiopalatina. | |
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