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Relações entre atividade física, qualidade de vida, autoestima, resiliência e estigma em pacientes com epilepsia

Processo: 13/18864-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2014
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Paula Teixeira Fernandes
Beneficiário:Simone Thiemi Kishimoto
Instituição-sede: Faculdade de Educação Física (FEF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Epilepsia   Resiliência psicológica   Atividade física   Autoestima   Estigma   Qualidade de vida

Resumo

A epilepsia é uma condição neurológica grave caracterizada por crises recorrentes e espontâneas no cérebro. Apesar de comum, pode afetar as funções cognitivas, emocionais e comportamentais, capacidade de trabalho, funcionamento social, estabilidade familiar e autoestima do paciente; influenciando assim sua qualidade de vida. Nos dias atuais, a saúde tornou-se um dos mais importantes benefícios associados à atividade física. Assim, o profissional de educação física tem adquirido um novo perfil visto a sua atuação no processo saúde, doença e cuidado (Vaisberg, 2010).Neste contexto, este estudo tem como objetivo avaliar alguns aspectos psicológicos - qualidade de vida, autoestima, resiliência e estigma em pacientes com epilepsia do ambulatório de epilepsia HC/UNICAMP, comparando com a intensidade de atividades físicas praticadas. Os instrumentos serão: 1) IPAQ (Matsudo et al., 2001): mensura o grau de atividade física dos pacientes; 2) WHOQOL-bref (The Whoqol Group, 1998): elaborado pela Organização Mundial de Saúde para mensurar a qualidade de vida; 3) QOLIE-31 (Cramer et al., 1998): específico para avaliar a qualidade de vida em pacientes com epilepsia; 4) Escala de autoestima (Avanci et al., 2007): avalia a atitude e o sentimento positivo ou negativo por si mesmo; 5) Escala de Resiliência (Pesce et al., 2005): mede níveis de adaptação psicossocial positiva em face de eventos de vida importantes; 6) Escala de Estigma na Epilepsia (Fernandes et al., 2007): quantifica a percepção de estigma da epilepsia. Os resultados obtidos contribuirão para ampliar o nível de informação destes pacientes e profissionais da saúde, bem como terá efeito multiplicador por meio da divulgação e publicação destes dados.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
KISHIMOTO, Simone Thiemi. Relações entre atividade física e aspectos psicológicos em pacientes com epilepsia. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física.

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