| Processo: | 13/25317-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 14 de setembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Marcello Guimarães Simões |
| Beneficiário: | Jacqueline Peixoto Neves |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Tafonomia Permiano Bacia do Paraná Brachiopoda Estratigrafia Paleoecologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bacia do Paraná | Brachiopoda | Formação Taciba | Paleoecologia | Permiano | Tafonomia | Paleontologia Estratigráfica |
Resumo O registro fóssil de macroinvertebrados marinhos, do Paleozoico superior, das bacias gondwânicas, da América do Sul, especialmente do Brasil e da Argentina, é tipicamente caracterizado por biotas dominadas por braquiópodes, moluscos bivalves e gastrópodes, equinodermatas, dentre outros grupos. Os braquiópodes da sucessão permiana da Bacia do Paraná, embora apresentem distribuição vertical e horizontal restrita apresentam grande potencial para estudos bioestratigráficos (biocorrelação), paleobiogeográficos e paleoecológicos. Entretanto, há mais de seis décadas, desde a descoberta das assembleias marinhas do Grupo Itararé, nas regiões de Teixeira Soares, PR, e Mafra, SC, o conhecimento dos braquiópodes está restrito à listas taxonômicas. Estudos recentes das assembleias de bivalves da Formação Taciba na região de Teixeira Soares, PR, e Mafra, SC, demonstraram o grande potencial de correlação com faunas do Gondwana da Argentina. Há importantes questões do ponto de vista geológico que os braquiópodes do Grupo Itararé podem respondem, como: estas faunas evoluíram conjuntamente com aquelas das bacias do Paleozoico superior da Argentina? Se sim, com que bacia neopaleozoica sul-americana a sucessão faunística do Grupo Itararé apresenta maior afinidade? Ou será que as condições paleoclimáticas e paleogeográficas eram tão distintas a ponto de não haver afinidade faunística entre elas? Por que algumas assembleias coevas são dominadas por braquiópodes (Mafra) e outras por moluscos bivalves (Teixeira Soares)? Estas distinções refletem diferenças de idades, afinidades paleoecológicas e paleobiogeográficas? Neste contexto, o foco da presente pesquisa é o estudo sistemático, paleoecológico, bioestratigráfico e estratigráfico (paleoambiental) das faunas de braquiópodes do Grupo Itararé, formações Mafra e Taciba, com a finalidade como ponto de partir para o entendimento de questões paleogeográficas, paleoclimáticas e bioestratigráficas dos depósitos gondwânicos da Bacia do Paraná, especialmente os associados aos eventos de deglaciação registrados no Grupo Itararé. | |
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