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Efeitos do alongamento do peitoral menor no comprimento muscular de repouso e cinemática escapular durante elevação do braço em sujeitos assintomáticos e portadores de dor no ombro

Processo: 14/04174-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 31 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Paula Rezende Camargo
Beneficiário:Elisa Dória Pires
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/20305-8 - Efeitos do alongamento do peitoral menor no comprimento muscular de repouso e cinemática escapular durante elevação do braço em sujeitos assintomáticos e portadores de dor no ombro, AP.R
Assunto(s):Exercícios de alongamento muscular   Ombro   Fisioterapia   Músculos peitorais

Resumo

Existem evidências de que o encurtamento do músculo peitoral menor é um importante fator de alteração biomecânica e pode influenciar a cinemática da escápula. O alongamento de tal músculo é uma das técnicas mais utilizadas na prática clínica na tentativa de diminuição da dor e melhora da função em indivíduos com dores no ombro. No entanto, essa técnica não é a única utilizada em um protocolo de reabilitação. Há falta de estudos que avaliem a real eficácia de um programa de alongamento para o músculo peitoral menor no seu comprimento de repouso e cinemática escapular. Sendo assim, o objetivo deste estudo será verificar os efeitos de um protocolo de alongamento para o músculo peitoral menor no seu comprimento de repouso e na cinemática 3D da escápula durante a flexão do braço em sujeitos assintomáticos e portadores da síndrome do impacto com o músculo peitoral menor encurtado. Serão recrutados 50 indivíduos (25 sintomáticos e 25 assintomáticos para dor no ombro). Todos passarão por 2 avaliações iniciais, com período de uma semana entre as mesmas. Em cada dia, dois questionários (DASH e SPADI) para avaliação de dor e função do ombro serão aplicados. O comprimento de repouso do peitoral menor e a cinemática da escápula durante flexão do braço serão registrados por meio de um sistema de rastreamento eletromagnético. Inicialmente, será registrado o comprimento de repouso do peitoral menor, e na sequência, 3 repetições de elevação do braço no plano sagital serão realizadas. O protocolo de alongamento será realizado diariamente por 6 semanas. O alongamento será realizado com o sujeito em pé, 90° de abdução do braço e 90° de flexão de cotovelo e a palma da mão sobre uma superfície lisa e plana. O indivíduo posicionará a perna do lado oposto da superfície plana à frente da outra com uma leve flexão de joelho e inclinará o tronco para frente como se fosse um bloco rígido, além de rodá-lo levemente para aumentar a abdução horizontal do ombro. Esse procedimento será realizado diariamente por 4 vezes de 1 min com intervalo de 30s entre as repetições. Após as 6 semanas, o sujeito terá as mesmas variáveis iniciais reavaliadas. Para os questionários e comprimento do músculo peitoral menor será utilizada uma ANOVA two-way para medidas repetidas para verificar efeitos principais de grupo e avaliação e se há interação entre eles. Para rotação interna/externa, rotação superior/inferior e inclinação anterior/posterior da escápula será utilizada uma ANOVA three-way para medidas repetidas para analisar os efeitos principais de grupo (sintomático e assintomático), ângulo de elevação do braço (repouso, 30°, 60°, 90° e 120°), avaliação (1, 2 e 3) e se ocorrerá interação grupo x avaliação x ângulo. Será considerado um p < 0,05. (AU)

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