Busca avançada
Ano de início
Entree

Papel dos receptores CRF do tipo 2 da amígdala medial sobre respostas comportamentais de defesa medidas no modelo do labirinto em T elevado

Processo: 14/00022-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 30 de setembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Milena de Barros Viana
Beneficiário:Stephanie Witzel Esteves Alves
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Labirinto em cruz elevado   Hormônio liberador de corticotrofina   Atividade motora   Controle comportamental   Técnicas estereotáxicas   Ratos Wistar

Resumo

O fator de liberação de corticotrofina (CRF) desempenha papel crucial na modulação de respostas fisiológicas e comportamentais relacionadas ao estresse. A amígdala medial é uma estrutura de fundamental importância para a regulação de respostas relacionadas ao estresse e à ansiedade a possui tanto receptores CRFérgicos do tipo 1 e 2. Em um estudo anterior, o papel desempenhado pelos receptores tipo 1 da estrutura foram avaliados através da utilização do modelo do labirinto em T elevado (LTE), para a obtenção das medidas de esquiva inibitória e fuga dos braços abertos. Em termos clínicos, estas duas tarefas tem sido respectivamente relacionadas ao transtorno da ansiedade generalizada e ao transtorno do pânico. Os resultados mostraram que os receptores CRF do tipo 1 modulam seletivamente a resposta de esquiva, o que contribui para um melhor entendimento dos mecanismos fisiopatológicos relacionados ao transtorno da ansiedade generalizada. O presente projeto busca dar continuidade ao estudo anteriormente realizado, investigando o papel desempenhado pelos receptores tipo 2 do sistema CRFérgico da amígdala medial. Para tanto, ratos Wistar machos passarão por uma cirurgia estereotáxica para a implantação bilateral de cânulas guias na amígdala medial e, após o período de recuperação de 7 dias, serão administrados com o agonista de receptores tipo 2 urocortina 2 (0,5 e 1,0 microgramas/0,1 microlitros), com o antagonista seletivo de receptores tipo 2 Astressina 2-B (10,7 microgramas/0,2 microlitros), com o antagonista preferencial de receptores tipos 2 antisauvagine-30 (440 nanogramas/0,2 microlitros) ou com solução veículo (0,2 microlitros). Dez minutos após a microinjeção das drogas, os animais serão testados no LTE. Todos os animais serão também testados em um campo aberto, imediatamente após o LTE, para a avaliação da atividade locomotora.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)