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EEG-RMf nas epilepsias refratárias: avaliação do uso em casos de alta complexidade e comparação com monitoramento invasivo

Processo: 14/04266-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 15 de setembro de 2014
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Cendes
Beneficiário:Ana Carolina Coan
Supervisor no Exterior: Andreas Alexopoulos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : Cleveland Clinic Foundation, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:13/00099-7 - Aprimoramento da técnica de EEG-RMf na avaliação pré-operatória de pacientes com epilepsias focais refratárias, BP.PD
Assunto(s):Eletroencefalografia   Epilepsia   Neurologia

Resumo

O uso de EEG invasivo ainda é necessário para a determinação da zona de início ictal em um número significativo de pacientes com epilepsias refratárias submetidos à avaliação pré-cirúrgica. O desenvolvimento de técnicas que permitam a determinação não invasiva da zona de início ictal de pacientes com epilepsias focais fármaco-resistentes pode reduzir a morbidade e os custos envolvidos nas avaliações pré-operatórias desses indivíduos. O uso concomitante de eletroencefalograma associado a ressonância magnética funcional (EEG-RMf) pode revelar alterações hemodinâmicas relacionadas com atividade neuronal ictal ou inter-ictal, ajudando a determinar a zona de início ictal. O objetivo deste estudo é avaliar retrospectivamente a contribuição do EEG-RMf na avaliação pré-operatória de pacientes com epilepsias refratárias submetidos a monitorização por EEG invasivo antes da cirurgia. Exames de EEG-RMf adquiridos na Cleveland Clinic Epilepsy Center serão pós-processados e analisados. A interpretação dos mapas resultantes dos exames de EEG-RMf incluirá: i) comparação da concordância das variações do sinal BOLD relacionadas às descargas epileptiformes inter-ictais com a zona de início ictal definida por EEG invasivo em pacientes com epilepsias refratárias; ii) comparação da concordância das variações do sinal BOLD relacionadas às descargas epileptiformes inter-ictais com a área ressecada na cirurgia de epilepsia em pacientes com ou sem crises no pós-operatório; iii) a comparação dos padrões de variações do sinal BOLD relacionadas às descargas epileptiformes inter-ictais fora da área ressecada de pacientes com ou sem crises no pós-operatório. Com os resultados deste estudo, espera-se determinar padrões específicos de variações do sinal BOLD relacionadas às descargas epileptiformes inter-ictais que podem ser associados a um melhor resultado cirúrgico em pacientes com epilepsias refratárias e definição altamente complexa da zona de início ictal. (AU)