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Prospecção de fungicidas para o controle de Saprolegnia SP e segurança clínica em pacu (Piaractus mesopotamicus)

Processo: 13/25113-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 04 de maio de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Maria José Tavares Ranzani de Paiva
Beneficiário:Silvia Patrícia Carraschi de Oliveira
Instituição-sede: Instituto de Pesca. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/10645-4 - Técnicas em análises osmorregulatórias e metabólicas em peixes, BE.EP.PD
Assunto(s):Aquicultura   Fármacos   Tratamento   Parasitologia   Piscicultura

Resumo

Os fungos oomicetos Saprolegnia sp. são de especial atenção na aquicultura pois são patógenos secundários e aumentam a severidade das doenças bacterianas e parasitárias causando altas taxas de mortalidade. Os fármacos utilizados no controle dos fungos não possuem registro sendo a prospecção de moléculas fundamental para a aquicultura. Assim, os objetivos deste projeto de pesquisa são: avaliar a toxicidade aguda (CL50;48h) do cetoconazol, fluconazol e itraconazol para o pacu, Piaractus mesopotamicus; avaliar a eficácia dos fungicidas no controle de Saprolegnia sp. in vitro; avaliar a eficácia in vivo, do fungicida que demonstrar melhor eficácia in vitro e avaliar as possíveis alterações histopatológicas e hematológicas em pacu, após o tratamento in vivo. Nos ensaios de toxicidade aguda os peixes serão expostos a concentrações nominais dos fungicidas e será determinada a CL50;48h. Nos ensaios in vitro o fungo será cultivado em ágar levedura 2%, acrescido de antibióticos e submetido á identificação morfológica. Após a homogeneização e solidificação do ágar, um disco de 9mm de diâmetro do cultivo do oomiceto será semeado na posição central da placa e incubada em estufa bacteriológica a 25°C. Os fungicidas serão testados nas concentrações 0, 10, 50, 100, 1000, 5000 e 10000 mg.L-1. Para o ensaio in vivo, o fungicida que demonstrar a melhor eficácia in vitro será testado no controle de Saprolegnia sp em pacu em microcosmo (caixas de 60 litros). Para isso os peixes serão distribuídos conforme os tratamentos: controle sadio (CS), controle sadio exposto ao fungicida na forma de tratamento (CEx), controle infestado sem tratamento (CIn) e os peixes infestados e tratados com o fungicida (Tr). O fungicida será testado na forma de banho terapêutico, com aplicação diária e uma hora de exposição e adicionado na ração, com sete dias de administração a 2,5% do peso corporal/dia. Ao final do tratamento serão coletadas amostras de brânquias, fígado, rim e sangue para análises histopatológicas e hematológicas.