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Papel de IPS-1 e TRIF na diferenciação in vivo de células dendríticas e na polarização de células t CD4+ durante a infecção viral aguda e crônica

Processo: 14/04044-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:João Santana da Silva
Beneficiário:Renata Sesti Costa
Supervisor no Exterior: Marco Colonna
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Washington, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:12/20786-6 - Mecanismos moleculares envolvidos na diferenciação de células dendríticas e na polarização de Células T CD4+ que conferem resistência à infecção viral, BP.PD
Assunto(s):Células dendríticas

Resumo

O desenvolvimento de distintos subtipos de células dendríticas (CDs) a partir de monócitos e precursores da medula óssea durante a homeostase é mediado pela expressão de diferentes fatores de transcrição e pelas citocinas presentes no microambiente. Um grande número dessas citocinas e de seus receptores é estimulado após infecção, o que pode influenciar a expansão e diferenciação de subtipos de CDs pré-formadas. A ativação de CDs durante uma infecção viral é mediada principalmente por receptores do tipo toll (TLRs) e do tipo RIG (RLRs) que, através da sinalização intracelular por distintas moléculas adaptadoras, conduzem à produção de IFN-I e citocinas pro-inflamatórias. A sinalização mediada por essas diferentes moléculas certamente induz distintos programas genéticos nas CDs, os quais devem influenciar a ativação e polarização dos linfócitos T. Nós iniciamos o projeto financiado pela FAPESP (n° 2012/20786-6) com o objetivo de investigar a função da sinalização mediada pelas distintas moléculas adaptadoras, IPS-1, TRIF e MyD88 na diferenciação das CDs nos distintos subtipos e na subsequente ativação e polarização dos linfócitos T. Além disso, iremos associar esses achados com a resolução da infecção viral aguda e crônica. A experiência do Dr. Marco Colonna da Washington University in Saint Louis em estudos com células dendríticas e em modelos de infecção viral aguda e crônica, bem como os camundongos IPS-1-/- e TRIF-/- gerados em seu laboratório, nos tornarão hábeis a responder grande parte dessas questões. No seu laboratório, nós investigaremos o papel de IPS-1 e TRIF na ativação in vivo das CDs e na polarização de células T CD4+ após a infecção viral. Além disso, a medula óssea dos camundongos IPS-1-/- e TRIF-/- serão congeladas e transportadas para a FMRP para que possamos realizar a diferenciação in vitro das CDs necessária para os experimentos propostos no projeto em andamento. (AU)

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