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Descrição de um fóssil de Eira Barbara (Carnivora, Mustelidae) do Pleistoceno final (Bacia do Acre) e morfologia comparada do sincrânio de e. bárbara recente: implicações paleobiogeográficas, geográficas e taxonômicas

Processo: 14/02005-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Annie Schmaltz Hsiou
Beneficiário:Paulo Ricardo Mendonça Lopes
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/14080-0 - Os Squamata (Reptilia, Lepidosauria) do Cretáceo e Terciário (Paleogeno/Neogeno) das bacias Bauru, Aiuruoca e Acre: sistemática, evolução e paleoambientes, AP.JP
Assunto(s):Cenozoico   Mustelidae   Mammalia   Carnivora   Paleontologia de vertebrados

Resumo

Carnívoros incluem os mamíferos mais adaptados a predação e os registros fósseis mais antigos datam do Paleoceno da Ásia, Europa e América do Norte. O grupo é dividido em duas linhagens: os Caniformia (ursídeos, canídeos, mustelídeos, procionídeos); e os Feliformia (hienídeos e felídeos). Por sua vez, os mustelídeos possuem uma ampla distribuição geográfica, com exceção da Austrália e Antártida, possuindo registros fósseis desde o "Terciário" da Eurásia, África setentrional e América do Sul e do Norte. O presente projeto tem por objetivo, estudar um fóssil de Mustelidae proveniente do Alto Rio Juruá (Pleistoceno Final) do Estado do Acre, Amazônia brasileira. O material a ser estudado, foi preliminarmente atribuído à espécie Eira barbara (popularmente conhecida como "Irara"). Juntamente com o estudo e descrição morfológica, serão realizadas comparações com espécimes fósseis e recentes de mustelídeos da América do Sul, principalmente do Brasil, visando reconhecer caracteres de valor filogenético, como também seu status taxonômico, na qual contribuirá para um maior entendimento paleobiológico da família no Quaternário brasileiro.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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