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Eficácia de recursos fisioterapêuticos no tratamento dos pontos gatilhos miofasciais em indivíduos com cervicalgia: ensaio clínico randomizado cego

Processo: 14/07235-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Rinaldo Roberto de Jesus Guirro
Beneficiário:Alessandra Kelly de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/19368-8 - Eficácia de recursos fisioterapêuticos no tratamento dos pontos gatilhos miofasciais em indivíduos com cervicalgia: ensaio clínico randomizado cego, AP.R
Assunto(s):Sistema musculoesquelético   Músculo esquelético   Síndromes da dor miofascial   Modalidades de fisioterapia   Fisioterapia

Resumo

Cervicalgia é uma disfunção musculoesquelética prevalente. Estudos apontam que sujeitos com dor crônica apresentam alterações metabólicas, vasculares e eletromiográficas no músculo trapézio. Além disso, um sinal clínico comum neste músculo de sujeitos com cervicalgia é a presença dos pontos gatilhos miofasciais. Estes estão relacionados a alterações sensitivas, motoras e autonômicas, sendo definidos como nódulos palpáveis localizados na banda tensa de um músculo esquelético. Neste contexto, destaca-se, recentemente, o enfoque sobre algumas modalidades de tratamento, no entanto, outros recursos comumente empregados na prática clínica ainda carecem de comprovações científicas. Portanto, o objetivo deste projeto é avaliar a eficácia de recursos fisioterapêuticos no tratamento dos pontos gatilhos miofasciais no músculo trapézio de indivíduos com cervicalgia. Para tal, voluntários com cervicalgia há mais de 90 dias, de ambos os gêneros, com idades entre 18 e 59 anos e com ponto gatilho miofascial latente central no trapézio superior serão randomizados nos seguintes grupos: grupo 1 (cinesioterapia, n = 20), grupo 2 (cinesioterapia + ultrassom estático, n = 20), grupo 3 (cinesioterapia + correntes diadinâmicas, n = 20) e grupo 4 (controle não tratado, n = 20). Serão realizadas 10 sessões consecutivas de tratamento, sendo os voluntários avaliados antes e após, por meio dos seguintes instrumentos: eletromiografia de superfície, termografia infravermelha, escala numérica de avaliação da dor, algometria, Neck Disability Index e impedância da pele. Para análise dos dados, será utilizado teste de normalidade para se verificar a distribuição dos dados e teste estatístico condizente para as devidas comparações intra e entre os grupos, sendo, assim, considerados dois fatores nas comparações, tempo e grupo. Será adotado um nível de significância de 5%.