Busca avançada
Ano de início
Entree

Rádio e conflito: Revolução Constitucionalista no Brasil (1932), na Era Vargas; ascensão de Salazar em Portugal (1932) e Guerra Civil Espanhola (1936-1939)

Processo: 14/05687-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 25 de junho de 2014
Vigência (Término): 24 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Comunicação - Rádio e Televisão
Pesquisador responsável:Antonio Adami
Beneficiário:Antonio Adami
Anfitrião: Manuel Angel Fernandez Sande
Instituição-sede: Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Paulista (UNIP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidad Complutense de Madrid (UCM), Espanha  
Assunto(s):Rádio (meio de comunicação)   Revolução de 1932   Era Vargas

Resumo

Esta pesquisa visa analisar a produção radiofônica e o papel desempenhado pelo meio rádio em momentos de turbulência política nos anos 1930, na Revolução Constitucionalista (1932), no Brasil, na era Vargas; na ascensão de Salazar, em Portugal (1932) e na Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Esclarecemos que esta pesquisa tem origem em pesquisa anterior, de pós-doutorado, realizado nos anos 2009-2010, na Universitat Autònoma de Barcelona e na PUCSP, com apoio da Fapesp para Estágio de pesquisa no exterior. Na ocasião trabalhamos com a PRB-9 Rádio Record de São Paulo e EAJ-1 Radio Barcelona, na Revolução Constitucionalista e na Guerra Civil Espanhola, respectivamente, com resultados publicados em congressos nacionais e internacionais, revistas científicas com seletiva política editorial e capítulos de livros (indicados no Curriculum Lates). De 2009 para cá, muitos outros questionamentos surgiram, por exemplo, as políticas de propaganda via rádio, utilizadas com o propósito de alinhamento dos países do eixo; o papel da empresa Telefunken na Guerra Civil Espanhola; a participação ativa de Salazar, com a Rádio Nacional, Rádio Renascença e o Rádio Club Português, para a queda da Segunda República da Espanha. Também a Itália participa ativamente com as rádios da época: Rádio Vaticana (1931), RAI Radio 1 (1924), entre outras, controladas pela Subsecretaria da Imprensa e Propaganda, que torna-se Ministério em 1935, e Ministério da Cultura Popular em 1937, sob o comando do genro de Benito Mussolini, Galeazzo Ciano, responsável pelas diretrizes, filtrar e selecionar notícias, censurar o que possa de algum modo atentar à "moral dos italianos" e ao projeto fascista. Palavras-chave: Radio. Revolução Constitucionalista de 1932. Rádio e salazarismo. Rádio e Guerra Civil Espanhola. Rádio e propaganda (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.