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Avaliação das alterações hemorrágicas e tromboembólicas em cães com doença renal crônica

Processo: 14/02516-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2014
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Regina Kiomi Takahira
Beneficiário:Daniele Silvano Gonçalves
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Trombose   Hemostasia   Nefropatias   Cães   Tromboelastometria

Resumo

A doença renal crônica (DRC) acomete principalmente cães idosos e tem como característica principal a perda irreversível da função renal. Esta é responsável por diversas alterações nos processos metabólicos. A doença renal crônica em cães promove alterações metabólicas graves, caracterizadas frequentemente pela azotemia, hipoalbuminemia e anemia não regenerativa. Tanto a azotemia quanto a uremia predispõem a alterações hemostáticas, caracterizadas pela hipocoaguabilidade e/ou hipercoaguabilidade sanguínea. Disfunções plaquetárias, deficiência de anticoagulantes naturais e redução da fibrinólise são fatores associados predispõem ao tromboembolismo. Este trabalho visa avaliar as possíveis tendências hemorrágicas ou trombóticas em cães com DRC. Serão selecionados 10 cães saudáveis (grupo controle) e 10 cães com DRC em estágios III ou IV e proteinúria de origem glomerular (grupo DRC), com idade entre 2 e 12 anos selecionados com base nos resultados de hemograma, determinação de ureia e creatinina séricas, exame de urina e determinação da relação proteína:creatinina urinária. As amostras de sangue para a realização da tromboelastometria, agregação plaquetária, tempo de protrombina (TP), tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) e tempo de trombina (TT) serão colhidas em momento único para ambos os grupos após os critérios de inclusão serem confirmados. Serão colhidos 0,5 mL de sangue (EDTA K3 7,5%) para o hemograma e 2,0 mL de sangue sem anticoagulante para a realização das dosagens bioquímicas. Para a tromboelastometria, a prova de agregação plaquetária, o TP, TTPA e o TT serão colhidos dois tubos contendo 2,0 mL de sangue (citrato de sódio 3,2%) cada.. A comparação entre as médias dos grupos será avaliada pelo teste t ou Mann-Whitney, de acordo com a forma de distribuição, ao nível de 5% de significância.