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Coronavírus canino (CCoV): isolamento e detecção molecular em amostras clínicas

Processo: 14/03855-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2014
Vigência (Término): 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Tereza Cristina Cardoso da Silva
Beneficiário:Giovana Corbucci Danti Rezende
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Virologia veterinária   Enterites virais   Coronavirus   Coronavirus canino   Coronavirus felino   Vírus da gastroenterite transmissível   Vírus da SARS   Amplificação de genes   Síndrome respiratória aguda grave   Avaliação de risco à saúde humana

Resumo

Desde a sua primeira descrição em 1971, a doença causada pelo coronavirus canino (CCoV) ainda não foi totalmente elucidada, e o papel que o CCoV desempenha na patologia da enfermidade não está bem estabelecido. Somente após o aparecimento da SARS (Síndrome Respiratória Aguda) em seres humanos causada por um coronavirus em 2002 isolado de um mamífero selvagem, vários estudos foram desenvolvidos com coronavirus de diversas espécies na busca de variantes circulantes. Ademais, recentemente foi classificado o CCoV junto ao coronavirus felino (FECV) e ao coronavirus da gastroenterite transmissível dos suínos (TGEV) como sendo o mesmo vírus, porém com variabilidade genética configurando o tropismo celular. Poucos estudos têm sido reportados da presença dos CCoV e suas variabilidades no Brasil. No ano de 2012, o laboratório de Virologia Animal, FMVA, Araçatuba enviou uma estudante ao laboratório de Virologia em Bari na Itália, e realizamos uma colaboração com Dr. Nicola Decaro que contribuirá com a nossa investigação que visa verificar por amplificação genômica e posterior isolamento, CCoV em fezes de cães.