| Processo: | 14/03911-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Paolo Marinho de Andrade Zanotto |
| Beneficiário: | Carla Torres Braconi dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Controle biológico Permissividade Baculoviridae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | AgMPNV | baculovirus | Controle Biológico | interação proteica | permissividade | Proteômica quantitativa | Virologia / Vírus de inseto |
Resumo A família Baculoviridae compreende um grande e diverso grupo de vírus patogênicos de insetos. Durante o ciclo viral, dois fenótipos são produzidos: o ODV (occlusion derived virus) responsável pela infecção primária do intestino médio da larva de insetos e o BV (Budded vírus) responsável pela infecção sistêmica. No Brasil, desde a década de 1980, o Anticarsia gemmatalis múltiplo nucleopoliedrovírus (AgMNPV) é utilizado como controle biológico no controle da lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis. Trabalhos anteriores de nosso grupo revelaram que o genoma do AgMNPV-2D codifica 152 ORFs (Open Reading Frames), com 149 genes expressos e 44 e 33 proteínas descritas como estruturais nos fenótipos ODV e BV no AgMNPV-2D, respectivamente. Além disso demonstramos que 11 proteínas celulares foram identificadas no AgMNPV-2D, possivelmente necessárias para infecção viral. Porém, ao comparar o fenótipo BV produzido em células permissivas e semi-permissivas, diferenças como o atraso e baixo nível de expressão de alguns genes foram identificadas; e a ausência das proteínas AG52, IAP-2, AG73, P33, 38K, P40, P48 e AG113 em sua estrutura. Portanto, este projeto objetiva entender os mecanismos que influenciam a permissividade celular ao AgMNPV nas linhagens: UFL-AG-286 e SF-9. Além de compreender as diferenças e a dinâmica para formação de novos vírus em linhagens permissivas e semi-permissivas. Para isso, iremos (i) identificar e quantificar todos os RNAs mensageiros virais e do hospedeiro expressos no inicio de uma infecção em linhagens distintas de células de lepidópteras, (ii) testar a atividade da proteína anti-apoptótica derivada de lagarta Lonomia obliqua para avaliar mudança de permissividade (iii) mapear in silico as ORFs responsáveis e comparar as diferenças nos dois sistemas estudados, (iv) quantificar as proteínas de BV por espectrometria de massas baseada em métodos livres de marcadores (v) analisar e validar os dados obtidos e propor as vias e redes de sinalização/interação. A permissividade dita relações parasita-hospedeiro tais como especificidade de infecção. Entender como este processo funciona pode auxiliar na busca por novos baculovírus eficientes para controle biológico, bem como possibilitar futuras aplicações biotecnológicas, tais como: apresentação de antígenos, alteração de tropismo celular, gene delivery e expansão do espectro de hospedeiros. | |
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