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Estudos de proteômica e metalômica para a compreensão da neurotoxicidade induzida por pesticidas que contém manganês durante desenvolvimento

Processo: 14/08990-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 15 de junho de 2014
Vigência (Término): 14 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica
Pesquisador responsável:Raúl Bonne Hernández
Beneficiário:Raúl Bonne Hernández
Anfitrião: Cristina Suñol Esquirol
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Local de pesquisa : Institut d'Investigacions Biomèdiques de Barcelona (IIBB), Espanha  
Assunto(s):Metalômica   Proteômica   Neurotoxicidade   Peixe-zebra   Danio rerio   Manganês

Resumo

Manganês (Mn) é essencial para os organismos vivos, desempenhando um papel importante na função do sistema nervoso, metabolismo de energia, proteína e mineralização óssea, regulação metabólica e proteção celular. No entanto, a exposição crônica ou aguda para este metal, principalmente durante as fases iniciais de vida pode levar a neurotoxicidade e demência (cognitivos e Neurocomportamentais imparidade). Apesar de, história da ciência registra mais de 100 anos de estudos sobre neurotoxicidade Mn, alguns biomarcadores estão correlacionados com a exposição ao manganês, o mecanismo para esses eventos não são ainda claras e, consequentemente, os tratamentos para veneno de Mn não são sinalizaram hoje. Por isso, mais estudos são necessários, onde as abordagens toxicogenômicas podem ser uma opção para melhorar estas áreas de estudo. A toxicogenomica pode incluir várias, abordagens integradas tais como genômica, transcritômica, proteômica, metallômica e metabolómica estratégias associadas com antigas técnicas patológicas e toxicológicas. Recentemente, nos identificamos vários genes (bcat2, cenpj, dpp4, eif2s1, ell2, erbb2ip, mmp2, myl6, sgce, slc14a2 and tcea3) que são desregulados no zebrafish larve de 120 horas pós fertilização (hpf) após a exposição para espécies químicas de manganês (hpf 48-120). Estes genes estão associados com a deficiência de proteína e, potencialmente, com demência. Entretanto, nem todas as alterações na expressão gênica devem ser vistas como respostas a uma toxina e outras abordagens são necessárias para entender o modo de ação da neurotoxicidade do desenvolvimento induzida pelo manganês. Precisamente, estamos propondo a estudar este fenômeno por proteômica (estudo em larga escala de proteínas, especialmente suas estruturas e funções) e metalômica (análise abrangente da totalidade das espécies de metais e metalóides dentro de um tipo de célula ou tecido - especiação metal). Estes estudos serão conduzidos em dos dois modelos de desenvolvimento (larvas de zebrafish e célula grânulo cerebelar) após a exposição para espécies químicas de manganês. (AU)