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Microbiota associada a larvas de pacu Piaractus mesopotamicus: efeito do alimento vivo e de probiótico dietético

Processo: 13/50900-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Maria Célia Portella
Beneficiário:Natalia de Jesus Leitão
Instituição Sede: Centro de Aquicultura (CAUNESP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Microbioma gastrointestinal
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Alimento Vivo | Bacillus Spp | Comunidade Microbiana | Enzimas Digestivas | Microbiota Intestinal | Morfologia Dos Enterocitos

Resumo

As interações negativas entre bactérias e larvas são conhecidas por causarem baixas taxas de crescimento e sobrevivência na larvicultura de peixes. Uma microflora saudável pode aumentar a resistência da larva contra bactérias nocivas e inibir o crescimento de micro-organismos patogênicos. Micro-organismos probióticos podem colonizar o trato gastrointestinal das larvas antes da instalação de uma microbiota nativa fornecida pelo meio ambiente. A suplementação dietética de probióticos pode mudar a microbiota intestinal do hospedeiro e melhorar a eficiência do alimento, pois influencia os processos digestivos. Abordaremos neste estudo o papel da primeira alimentação para o estabelecimento da microbiota de larvas de pacu Piaractus mesopotamicus. Além disso, será estudado o desenvolvimento morfofisiológico do trato digestório e a transição alimentar precoce das larvas em resposta ao probiótico Bacillus spp. Para tanto, serão analisados o efeito de diferentes alimentos vivos na primeira alimentação para o estabelecimento da comunidade microbiana individual das larvas. Adicionalmente, será analisado o efeito da adição dietética do probiótico sobre a transição alimentar do alimento vivo para o formulado, crescimento e sobrevivência, morfologia do intestino, atividade de enzimas digestivas e microbiota das larvas. Dessa forma, este estudo mostrará a contribuição do alimento na microbiota associada ás larvas e poderá indicar se o alimento vivo é ou não uma boa estratégia para a manipulação da microbiota larval e, por tanto, uma via adequada para o fornecimento de probiótico na fase larval. Este estudo também poderá gerar informações relevantes para a criação dessa e outras espécies de peixes, para o desenvolvimento de microdietas para fase larval, assim como fornecer alternativas ao uso de drogas e antibióticos na produção aquícola. (AU)

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