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Algodão e o comércio internacional do Brasil durante a Revolução Industrial

Processo: 14/04151-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2014
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Renato Perim Colistete
Beneficiário:Thales Augusto Zamberlan Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/02414-2 - Algodão e o comércio internacional do Brasil durante a Revolução Industrial, BE.EP.DR
Assunto(s):Exportação   Algodão   Desenvolvimento regional   Política econômica internacional   Revolução Industrial

Resumo

Um fator fundamental para o crescimento econômico dos Estados Unidos durante o século XIX foi seu mercado exportador de algodão, principal insumo da Revolução Industrial. No entanto, antes do aumento do comércio norte-americano, entre 1760 e 1820, o nordeste brasileiro exportou quantidades crescentes de algodão, mantendo-se como o terceiro maior fornecedor da Inglaterra até a década de 1860. Utilizando a região algodoeira do Sul dos Estados Unidos como referência, esse trabalho busca compreender o declínio de regiões brasileiras que produziam e exportavam a commodity mais importante do comércio internacional no século XIX. A literatura em história econômica da última década tem pesquisado sob distintos pontos de vista as diferentes trajetórias entre as Américas. Porém, esses estudos encontram uma série de dificuldades em controlar fatores de heterogeneidade entre os países. Analisando a cultura do algodão o presente trabalho utilizará regiões do Brasil e dos Estados Unidos que possuíam um maior grau de homogeneidade para compreender diferentes trajetórias de desenvolvimento. Assim como Pernambuco, Maranhão e Bahia, os estados do sul dos Estados Unidos - centro da produção algodoeira - eram sociedades com monocultura, escravistas, baixas taxas de imigração e acesso limitado a direitos políticos. No entanto, o sul dos Estados Unidos desenvolveu-se de forma mais rápida e intensa do que a região algodoeira no Brasil e atualmente possui uma renda per capita em média seis vezes maior que o nordeste brasileiro. A pesquisa aqui proposta ainda buscará reconstruir séries de comércio externo e estruturas fiscais das províncias produtoras de algodão. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
THALES AUGUSTO ZAMBERLAN PEREIRA. Poor Man's Crop? Slavery in Brazilian Cotton Regions (1800-1850). Estud. Econ., v. 48, n. 4, p. -, Dez. 2018.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
PEREIRA, Thales Augusto Zamberlan. Algodão e o comércio internacional do Brasil durante a revolução industrial. 2017. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade São Paulo.

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