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Influência da escala espacial e da fitofisionomia na estrutura de metacomunidades de anuros da Mata Atlântica

Processo: 14/07591-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Denise de Cerqueira Rossa-Feres
Beneficiário:Rodolfo Mei Pelinson
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Ecologia de comunidades   Metacomunidades   Fitofisionomias   Amphibia   Anura   Floresta ombrófila densa   Floresta estacional semidecidual   Mata Atlântica

Resumo

O conceito de metacomunidades abrange processos ecológicos que ocorrem em escala local e regional. Um mesmo processo pode resultar em diferentes estruturas de metacomunidade, não sendo possível inferir processos a partir de padrões, pois muitos dos padrões têm múltiplas explicações. Isso levou a que as abordagens baseadas em processos perdessem espaço para as baseadas em estrutura. Por isso, é importante que identifiquemos o padrão de distribuição de espécies em diferentes sistemas ecológicos e em diferentes escalas. Desta forma o objetivo principal desse trabalho é identificar a estrutura de metacomunidades de anfíbios em diferentes escalas espaciais e diferentes formações vegetais da Mata Atlântica no estado de São Paulo: a Floresta Estacional Semidecidual (FES) e a Floresta Ombrófila Densa (FOD). Para isso utilizaremos dados já obtidos com metodologia padronizada, sobre a riqueza e composição anuros em, no mínimo, 10 corpos d'água em quatro áreas de FOD e quatro de FES. Serão avaliados três elementos da estrutura de metacomunidades: i) coerência, ordenando uma matriz habitat por espécie por meio de análise de correspondência e comparando com modelos nulos; ii) substituição de espécies, também por meio da comparação com modelos nulos; e iii) limite de compartimentalização, aplicando o teste X² e o índice de Morisita. Esperamos encontrar uma estrutura gleasoniana em ambas as formações vegetais em escala restrita, e em escala ampla esperamos encontrar estrutura clementsoniana para FOD e gleasoniana para FES. Essas predições são baseadas na possibilidade de dispersão e disponibilidade de habitats nas diferentes fitofisionomias e escalas espaciais. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
PELINSON, Rodolfo Mei. Estruturação de metacomunidades de girinos em diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica : uma análise em diferentes escalas espaciais. 2016. 74 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas..

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