| Processo: | 13/14599-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 18 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Cristiano Mazur Chiessi |
| Beneficiário: | Maria Carolina Amorim Catunda |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/17517-3 - Resposta da porção oeste do Oceano Atlântico às mudanças na circulação meridional do Atlântico: Variabilidade milenar a sazonal, AP.PFPMCG.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/26482-4 - Resposta da camada profunda do Atlântico Sul tropical às mudanças na circulação meridional do Atlântico: Uma abordagem isotópica, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Paleoceanografia Paleoclimatologia Mudança climática Quaternário Foraminifera Atlântico Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Circulação meridional do Atlântico | Foraminíferos | Paleocenografia | paleoclimatologia | Paleoceanografia/Paleoclimatologia |
Resumo A circulação meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na circulação e no clima do Atlântico e adjacências. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam um enfraquecimento da AMOC para as próximas décadas. Modelos conceituais e numéricos sugerem que períodos de mudanças climáticas abruptas do Quaternário tardio deveriam produzir marcantes alterações na geometria de massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul. No entanto, a verificação desta hipótese ainda não foi possível, principalmente em função da carência de registros paleoceanográficos adequados. Consequentemente, aprofundar a compreensão da resposta da porção oeste do Atlântico Sul às mudanças na AMOC é questão de suma importância. Neste projeto serão obtidos e utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos epibentônicos de três testemunhos sedimentares marinhos da porção oeste tropical do Atlântico Sul para: (i) reconstituir a geometria das massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul tropical desde o Estágio Isotópico Marinho 3, e (ii) verificar a existência/ausência de relação entre as mudanças na geometria das massas de águas profundas e alterações na intensidade da AMOC em escala milenar. | |
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