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Análise genômica ampla de astrócitos reativos na Doença de Alzheimer e outros dois tipos de lesão no sistema nervoso central

Processo: 14/10312-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 11 de agosto de 2014
Vigência (Término): 10 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Beatriz de Oliveira Monteiro
Beneficiário:Daisyléa de Souza Paiva
Supervisor no Exterior: Magdalena Götz
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Ludwig Maximilian University of Munich (LMU Munich), Alemanha  
Vinculado à bolsa:12/09572-4 - Efeito do transplante de células-tronco neurais superexpressando NGF em modelo duplo transgênico da Doença de Alzheimer, BP.DD
Assunto(s):Neurofisiologia   Células-tronco neurais   Doença de Alzheimer   Astrócitos

Resumo

A Doença de Alzheimer é uma desordem neurodegenerativa fatal caracterizada por déficit cognitivo e distúrbios emocionais resultantes de uma disfunção neuronal seletiva e perda sináptica. Além das alterações neuronais e deposição de beta-amilóide, os astrócitos - um tipo de célula glial amplamente encontrada no sistema nervoso central - tornam-se reativos em um estado chamado astrogliose. A natureza dessa reação difere dependendo do tipo de lesão (invasiva ou não invasiva). A primeira análise "fate-mapping" de astrócitos no cérebro lesionado demonstrou que células gliais reativas adquirem propriedades de células-tronco após uma lesão. Essa resposta tronco das células gliais reativas está aumentada em lesões agudas como trauma mecânico e isquemia focal, entretanto está diminuída nas lesões crônicas como modelos de amiloidose. Embora haja recentes avanços no entendimento das características moleculares dos astrócitos reativos, existem algumas questões fundamentais que ainda devem ser analisadas utilizando o perfil gênico. Dentre elas estão a comparação regional da heterogeneidade de astrócitos, entender sua reação à lesão e investigar o papel funcional da astrogliose. Dessa forma, investigar o padrão de expressão gênica dos astrócitos pode ajudar a entender os mecanismos de reparação endógena gerados como resposta a diferentes tipos de lesão no Sistema Nervoso Central. (AU)