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Influência do padrão de sono e do estresse na síndrome metabólica: um estudo populacional

Processo: 14/00352-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2014
Vigência (Término): 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Sergio Tufik
Beneficiário:André Campiolo Boin
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse psicológico   Síndrome metabólica   Medicina do sono   Sono

Resumo

Estima-se que 30% da população brasileira apresenta síndrome metabólica (SM), essa doença tem sido associada ao maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2 (DM2), além de maior mortalidade. Sabe-se que o aumento na incidência da SM está bastante relacionado com o atual estilo de vida moderno. Muitos estudos têm demonstrado o desequilíbrio entre a ingestão alimentar e o gasto energético. Entretanto, pouco se sabe sobre o papel de outros fatores neurobiológicos na SM, dentre os quais se destacam o sono e o estresse. Indivíduos que dormem pouco possuem um risco relativo aumentado para obesidade, DM2, acidente vascular cerebral, doenças coronarianas e mortalidade. Além disso, o nível elevado de cortisol auxilia no armazenamento de gordura corporal e de triglicerídeos nos adipócitos e promovendo a resistência à insulina e a hipertensão arterial sistêmica. Nesse sentido, o presente projeto investigará a relação entre as possíveis alterações do padrão de sono e dos níveis de estresse em indivíduos com SM, na tentativa de identificar novos fatores de risco e candidatos a marcadores dessa doença. Para tanto, serão utilizados os dados do estudo epidemiológico da cidade de São Paulo realizado em 2007 (EPISONO). Nesse estudo foram incluídos 1042 indivíduos, os quais foram avaliados por meio de questionários socioeconômico, histórico médico, medidas físicas gerais, questionário de qualidade de sono de Pittsburgh, dosagens bioquímicas e hormonais e exame de polissonografia. Espera-se com este projeto esclarecer melhor a relação entre os fatores ligados ao estresse e ao sono e sua possível implicação sobre a SM, sugerindo possíveis mudanças de hábito e estilo de vida para um melhor prognóstico da doença. (AU)

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