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Comparação da cinemática articular do membro inferior entre os sexos em corredores de meia idade

Processo: 14/00054-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2014
Vigência (Término): 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Fábio Viadanna Serrão
Beneficiário:Jéssica Juliana da Cruz Souza
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Cinemática   Reabilitação (terapêutica médica)

Resumo

O aumento da expectativa de vida da população e os benefícios que a atividade física traz à saúde, tem resultado num aumento de indivíduos de meia idade e idosos que praticam corrida. Contudo, estudos apontam que a incidência de lesões em indivíduos mais velhos é maior que em jovens. Essa maior incidência pode ser parcialmente devido às alterações na cinemática da corrida. Um aspecto importante é a diferença na susceptibilidade à lesão entre os sexos. Estudos demonstram que as mulheres que correm são duas vezes mais susceptíveis a lesões nos membros inferiores quando comparadas aos homens. Porém, esses estudos avaliaram apenas adultos jovens. Assim, pouco se sabe sobre as diferenças relacionadas ao risco de lesão entre corredores homens e mulheres de meia idade. Assim, o objetivo do presente estudo será avaliar a cinemática do quadril, joelho e tornozelo em corredores, homens e mulheres, de meia idade. Vinte voluntários serão divididos em 2 grupos. O grupo 1 (G1) será constituído por 10 homens de 35 a 60 anos e o grupo 2 (G2) por 10 mulheres com idade de 35 a 60 anos. A avaliação cinemática será realizada durante a corrida em esteira ergométrica. Para captura e análise dos dados cinemáticos será utilizado o sistema Qualisys Motion Capture System. As variáveis dependentes avaliadas serão o ângulo de flexão/extensão, adução/abdução e rotação medial/lateral do quadril, o ângulo de flexão/extensão, adução/abdução e rotação medial/lateral do joelho e o ângulo de flexão plantar/ dorsiflexão e eversão/inversão do tornozelo no contato inicial e o pico desses ângulos durante a fase de apoio. A comparação entre grupos será feita por meio de análise de covariância (ANCOVA), considerando a velocidade de corrida como covariante (alfa = 0,05). (AU)