| Processo: | 14/07380-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Cibele Nunes Peroni |
| Beneficiário: | Eliana Rosa Lima Filha |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Terapia genética Hormônio do crescimento Camundongos Plasmídeos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | camundongos anões | DNA plasmidial | Eletrotransferência in vivo | hormônio de crescimento | terapia genica | Terapia Gênica |
Resumo A eletrotransferência de DNA plasmidial contendo os genes do Hormônio de Crescimento Humano (hGH) ou de Camundongo (mGH) tem sido utilizada pelo nosso grupo. Para estes estudos de terapia gênica in vivo são usados dois modelos animais de deficiência de GH, os camundongos anões (lit/lit) e anões imunodeficientes (lit/scid). Com relação ao gene do hGH, foram obtidos níveis circulatórios sustentáveis do hormônio, durante 60 dias, e um aumento do peso corpóreo de 33% em camundongos lit/scid, após uma única administração do plasmídeo contendo esse gene, seguida de eletroporação, no músculo quadríceps. Foi também verificado que esta estratégia de terapia gênica proporcionou efeitos de crescimento comparáveis aos obtidos após injeções diárias de hGH recombinante. Quando realizado um ensaio de longa-duração (~6 meses), no qual os camundongos receberam 3 administrações do plasmídeo, foi obtido um aumento do peso corpóreo de ~50%, o qual correspondeu a uma aproximação de crescimento (catch-up growth) em relação ao camundongo de tamanho normal (scid) de 27%. Foi também utilizado um modelo homólogo de eletrotransferência, no qual um plasmídeo contendo o gene do mGH foi administrado em camundongos imunocompetentes lit/lit. Num ensaio de 3 meses, foi obtido um aumento do peso corpóreo desses animais de 34%, equivalente a um catch-up de 16%. A partir desses resultados, conclui-se que o tratamento foi eficiente, mas obviamente o ideal seria obter um catch-up da ordem de 100%, ou seja, que o camundongo anão apresentasse uma correção fenotípica completa, atingindo peso e tamanho do camundongo normal, além de níveis circulatórios similares do principal efetor do GH, o fator de crescimento semelhante à insulina I de camundongo (mIGF-I). No presente trabalho, o objetivo é portanto aumentar o catch-up e as principais ferramentas para isso seriam: 1) utilizar camundongos em sua fase mais expressiva de crescimento (~40 dias de idade); 2) aumentar o número de locais de injeção do plasmídeo no próprio músculo quadríceps ou em outro músculo, como o tibial anterior; 3) otimizar a quantidade da enzima hialuronidase utilizada para facilitar a penetração do plasmídeo nas fibras musculares; 4) empregar uma técnica atenuada de transferência gênica por injeção hidrodinâmica do plasmídeo, no sentido de diminuir a agressividade desta metodologia. Em cada condição estudada e realizada experimentalmente, deverá ser também determinado o possível incremento de mIGF-I em comparação com a situação anterior. (AU) | |
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