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Osseointegração de implantes de titânio instalados sem estabilidade primária em ratos diabéticos: influência da liberação local da aminoguanidina

Processo: 13/23289-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Maria Cristina Rosifini Alves Rezende
Beneficiário:Luiz Guilherme Fiorin
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Metabolismo   Ratos   Implantes dentários   Ósseointegração   Complicações do diabetes

Resumo

Substitutos ósseos homógenos e aloplásticos vêm sendo usados a fim de melhorar as condições do leito cirúrgico e facilitar o processo de osseointegração em casos de ausência de estabilidade primária. Dentre os substitutos aloplásticos tem-se destacado os poligeis poliméricos, tais como a quitosana, que se destaca por sua abundância, biocompatibilidade, biodegradabilidade e baixa toxicidade. Dentre as inúmeras propriedades biológicas descritas para a quitosana, a capacidade antioxidante, antimicrobiana, inibição da formação de biofilmes, anti-inflamatória, incorporadora de fármaco e reparadora são as mais relevantes para a área odontológica. O propósito deste trabalho será avaliar histomorfometricamente em ratos diabéticos o reparo ósseo ao redor de implantes associados à quitosana/aminoguanidina. Serão confeccionados 60 implantes de Titânio ASTM F67 (Grau 4). Os implantes serão divididos em dois grupos (n=30): Grupo A (Ratos Saudáveis) e Grupo B (Ratos Diabéticos). Os implantes usinados serão acondicionados individualmente e esterilizados por meio de radiação gamma (25 kGy) e subdivididos em GI (usinado), GII (quitosana) e GIII (quitosana/aminoguanidina). Na sequência serão implantados em fêmures de 30 ratos machos (250 gramas) saudáveis (Grupo A) e 30 ratos diabéticos (Grupo B), os quais serão anestesiados (Xylazina/Ketamina) e tricotomizados em suas patas traseiras direitas. Após incisão, divulsão, acesso ao leito ósseo e perfuração com sobrefresagem sob irrigação com soro fisiológico, os leitos cirúrgicos serão preenchidos com o material destinado a cada grupo e os implantes instalados. Na sequência será realizada sutura (fio 4.0). Os animais serão eutanasiados aos 60 dias pós-operatórios. As peças serão processadas em MMA (Stevenel's blue/Alizarin red S). Unitermos: complicações do diabetes, efeitos de drogas, implantes dentários, metabolismo, osseointegração, ratos. (AU)