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Estudo do efeito da estimulação colinérgica crônica com brometo de piridostigmina sobre as adaptações autonômicas cardiovasculares e morfofuncionais cardíacas induzidas pelo treinamento físico aeróbio em Ratos Espontaneamente Hipertensos (SHR)

Processo: 14/00940-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Hugo Celso Dutra de Souza
Beneficiário:Camila Balsamo Gardim
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Brometo de piridostigmina   Inibidores da colinesterase   Treinamento aeróbio   Ratos   Hipertensão

Resumo

A estimulação colinérgica por meio da inibição da acetilcolinesterase produz efeitos sobre o controle autonômico cardíaco que se assemelham aos obtidos através do treinamento físico aeróbico, tanto em humanos, quanto em modelos experimentais. Esses efeitos são caracterizados, principalmente, por aumento significativo na Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) e na sensibilidade barorreflexa. Entretanto, até o momento, nenhum estudo abordou os efeitos morfofuncionais e autonômicos cardíacos da estimulação colinérgica crônica na hipertensão, tampouco a associação da mesma com o treinamento físico aeróbio. Nesse sentido, nosso objetivo é investigar o efeito da estimulação colinérgica crônica, por meio do tratamento crônico com um inibidor da acetilcolinesterase (brometo de piridostigmina) em três dosagens diárias diferentes (5mg, 10mg e 20mg/kg), sobre diversos parâmetros morfofuncionais cardíacos e autonômicos cardiovasculares em Ratos Espontaneamente Hipertensos (SHR), tanto sedentários, quanto submetidos ao treinamento físico aeróbio. A escolha desse modelo experimental se deve ao fato de que essa linhagem de ratos, SHR, é classicamente conhecida por apresentar alterações morfofuncionais cardíacas deletérias, associadas ao prejuízo no controle autonômico cardiovascular. Para tanto, ratos SHR (N=96) serão divididos em dois grupos, sedentários (N=48) e treinados (N=48). Cada grupo será subdividido em quatro menores grupos (N=12); SHR controle tratado com placebo na água de beber; e grupos SHR tratados com brometo de piridostigmina, também dissolvido na água de beber, em três dosagens diferentes, 1mg, 10mg e 20mg/kg. Todos os grupos terão o controle autonômico cardiovascular avaliado por meio da sensibilidade barorreflexa, tônus autonômico cardíaco, análise da variabilidade da frequência cardíaca e pressão arterial e dosagem de catecolaminas. Enquanto que os valores morfofuncionais serão obtidos por meio da ecocardiografia bidimensional e análise histológica do tecido cardíaco. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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