| Processo: | 14/03270-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Camila Squarzoni Dale |
| Beneficiário: | Laura Basilio Yamashita |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurofisiologia Diabetes mellitus Neuropatias diabéticas Laser de baixa intensidade Terapia a laser de baixa intensidade In vivo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes mellitus | laser de baixa potencia | neuropatia periférica | Neurofisiologia da Dor |
Resumo A neuropatia periférica causada por diabetes mellitus é uma das complicações mais comuns do diabetes, atingindo cerca de 50% dos pacientes portadores da doença. Um dos sintomas mais proeminentes dessa neuropatia é o desenvolvimento de dor, que tipicamente acomete as extremidades, ocorrendo como uma resposta exacerbada para estímulos nocivos (hiperalgesia) e para estímulos leves ou não dolorosos (alodinia). Os tratamentos convencionais disponíveis para a neuropatia em geral, incluindo a dor associada, ainda são inadequados e insatisfatórios, e, portanto, surge a necessidade de se buscar novas opções terapêuticas. Uma das terapias que vem ganhando aceitação clínica é o uso de laser de baixa potência (LBP) que, por promover regeneração nervosa precoce, resulta em significativa melhora das incapacidades motoras e sensitivas geradas pelas lesões dos nervos periféricos. O presente projeto tem o objetivo de avaliar o potencial terapêutico do LBP em modelo de neuropatia diabética induzida por estreptozotocina em camundongos da linhagem C57BL6. Para tanto, será testado o efeito do LBP sobre a sensibilidade dolorosa dos animais, através de testes mecânicos e térmicos em modelos in vivo, assim como o efeito desta terapia sobre a desmielinização do nervo isquiático (por histologia), e sobre os níveis de fator de crescimento do nervo, por ELISA. Os dados obtidos permitirão uma melhor elucidação dos mecanismos envolvidos nos efeitos do LBP na neuropatia diabética, permitindo, futuramente, o auxilio no tratamento de pacientes com neuropatia diabética, refratários aos tratamentos convencionais. | |
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