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Síntese e estudo da atividade hemolítica de análogos benzil alquil éter da erufosina

Processo: 14/07811-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Carlota de Oliveira Rangel Yagui
Beneficiário:Luciana de Moura Bueno
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Química farmacêutica   Planejamento de fármacos   Quimioterápicos   Antineoplásicos

Resumo

O câncer corresponde a um grupo de doenças caracterizadas por alterações genéticas que levam ao crescimento excessivo e descontrolado de células, resultando na formação de uma massa tumoral. O tratamento quimioterápico convencional causa citotoxicidade, prejudicando células sadias e comprometendo outros órgãos que não o afetado pela doença. Alquilfosfolopídeos (APL), por sua vez, podem ser considerados uma classe promissora de antitumorais. Embora seu mecanismo de ação ainda não esteja totalmente elucidado, sugere-se que os APL possam agir na membrana celular e na inibição de proteínas quinases. O protótipo da classe das Alquilfosfocolina (APC), uma subclasse de APL, corresponde à miltefosina, fármaco aprovado clinicamente para o uso tópico de metástases cutâneas de câncer de mama. No entanto, este fármaco apresenta toxicidade gastrointestinal e ação hemolítica. Mais recentemente o análogo erucilfosfocolina foi sintetizado e representou um avanço, pois este fármaco pode ser aplicado via intravenosa. Seu análogo erufosina, que apresenta uma porção homocolina em substituição à porção fosfocolina, apresenta taxa hemolítica ainda menor e indica ser uma estrutura promissora. Neste projeto pretende-se sintetizar análogos benzil alquil éter da erufosina, bem como verificar sua atividade hemolítica. Os análogos serão obtidos por meio da síntese de intermediários omega-hidroxibenzilalquiléteres, os quais serão então empregados em uma nova rota de quatro etapas. Os omega-hidroxibenzilalquiléteres sintetizados reagirão com oxicloreto de fósforo e, subsequentemente, com N-metilpropanolamina. Por fim, será realizada a N-metilação com iodeto de metila, para que se obtenham então os análogos planejados. Com as moléculas obtidas, serão realizados ensaios para determinação da atividade hemolítica. Com base nos resultados obtidos neste projeto, a atividade antiproliferativa dos compostos sintetizados também poderá ser investigada futuramente. (AU)

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