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Influência da microbiota intestinal residente sob a ativação de subpopulações de células dendríticas no modelo de colite ulcerativa aguda experimental

Processo: 14/09450-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2014
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Aline Ignacio Silvestre da Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):16/15882-7 - Investigação da interação dinâmica entre eosinófilos e células dendríticas em resposta a microbiota intestinal, BE.EP.DR
Assunto(s):Inflamação   Microbioma gastrointestinal   Prebióticos   Células dendríticas

Resumo

As doenças inflamatórias intestinais são condições que afetam milhões de pessoas no mundo todo. A participação de diversos fatores do sistema imune tem sido descrita em diversos estudos, com papel da imunidade inata e adaptativa, além da influência da microbiota intestinal residente no processo inflamatório. A dieta é um importante fator modulador da composição dessa microbiota, cuja disponibilidade de substrato favorece o crescimento de determinadas espécies bacterianas. Sabe-se que espécies dos gêneros Lactobacillus e Bifidobacterium são benéficas para o hospedeiro e que seu estabelecimento é favorecido pelo consumo de dietas contendo prebióticos, como oligofrutoses. Neste contexto, as células dendríticas da lâmina própria merecem destaque por sua vigilância constante do ambiente externo e sua capacidade de interligar a resposta imune inata com a adaptativa. Entretanto, o perfil de células dendríticas que participam dos quadros inflamatórios intestinais bem como os mecanismos que envolvem a modulação da composição da microbiota intestinal com a resposta imune ainda não foram bem descritos. Assim, nosso estudo visa investigar a influência da microbiota intestinal induzida pelo consumo de prebióticos sobre a modulação da resposta imune por células dendríticas num modelo de colite ulcerativa aguda. Esses objetivos visam responder nossa hipótese onde a composição da microbiota intestinal influenciaria subpopulações distintas de células dendríticas da lâmina própria e, assim, a resposta imune, ao assumir perfis mais agressivos ou mais atenuados. Enfatizaremos nas vias de sinalização pela qual as células dendríticas poderiam ser ativadas quando da modulação da microbiota, em especial a via do mTOR. Esperamos gerar dados inovadores que possam agregar conhecimento a literatura atual e possa condicionar melhores terapias para os pacientes com doenças inflamatórias intestinais. (AU)