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Participação de STAT3 em neurônios SF1 do hipotálamo nos efeitos da leptina sobre a homeostase energética

Processo: 14/08592-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Lucila Leico Kagohara Elias
Beneficiário:Gabriel Henrique Marques Gonçalves
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Leptina   Endocrinologia

Resumo

A leptina, um hormônio derivado de adipócitos, exerce um importante papel no controle da homeostase energética. Através de suas ações no sistema nervoso central (SNS), mais especificamente no hipotálamo, a leptina promove um estado de balanço energético negativo (redução da ingestão de alimentos e aumento do gasto energético). Muitos desses efeitos da leptina são mediados pela ativação da via de sinalização STAT3 nos neurônios hipotalâmicos. Dos diversos núcleos neuronais que expressam receptores de leptina (LepRs), o núcleo ventromedial do hipotálamo (VMH) já está bem determinado em mediar efeitos da leptina no controle energético. Estudos demonstram que a deleção específica de LepRs nessa área hipotalâmica em camundongos causa aumento de peso corporal e indução à obesidade pela dieta altamente calórica (HFD). Apesar da participação do VMH em mediar efeitos anorexígenos e de redução de peso da leptina já estar determinado, pouco é conhecido sobre os mecanismos intracelulares pelos quais a leptina exerce seus efeitos através dos neurônios dessa área hipotalâmica. Assim, este projeto visa avaliar a importância da via de sinalização da STAT3 em mediar os efeitos da leptina no controle energético via VMH. Para isso, utilizando a tecnologia cre-lox, iremos gerar camundongos com deleção sítio específica de STAT3 em neurônios que expressam o fator esteroidogênico 1 (SF1) no VMH e, então, avaliaremos os efeitos da ruptura desta via na homeostase energética e de glicose de camundongos, além da sensibilidade à leptin e os efeitos da administração crônica de leptina nesses animais.

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