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As construções verbais paratáticas: gramaticalização em Italiano

Processo: 13/22081-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Angélica Terezinha Carmo Rodrigues
Beneficiário:Patricia Bomtorin
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Parataxe   Gramaticalização   Língua italiana

Resumo

Este projeto de pesquisa visa a estudar a ocorrência, em Italiano, de um tipo particular de construção - as Construções Verbais Paratáticas (CVPs, daqui em diante), que se formam a partir da adjunção de dois verbos flexionados, V1 e V2, como em (1): 1) Da quando era tornata dalla clinica sembrava guarita, prep quando Voltar-Pas.Ind.3sg. de a clínica Parecer-Pas.Ind.3sg. curada, era abbastanza normale, poi la notte di Natale Ser-Imperf.Ind.3sg. bastante normal, depois na noite de Natal ha preso e si è buttata Ter-Pres.Ind.3sg.AUX Pegar-Part. e refl. Ser-Pres.Ind.3sg.AUX Jogar-Part. giù dalle scalebaixo de a escada Quanto voltou da clínica, parecia curada, estava bastante normal, depois na noite de Natal, pegou e se jogou escada abaixo. (Subcorpus: NARRAT/Section: NARRATRomanzi). A construção é esquemática e os verbos que podem preencher a posição V1 representam uma classe fechada formada, principalmente, por andare (ir) e prendere (pegar). A configuração estrutural das CVPs impõe um desafio de classificação, na medida em que representam estruturas de caráter intermediário entre coordenação e subordinação. Uma vez que às línguas românicas associam-se apenas esses dois tipos de construções de predicação complexa, apresentamos uma proposta de análise das CVPs que contraria essa perspectiva mais tradicional, defendendo seu estatuto como sendo uma construção formada pelo processo de serialização verbal. A análise das CVPs na língua italiana considerará tanto aspectos sintáticos quanto semântico-pragmáticos e morfossintáticos, seguindo uma perspectiva teórico-metodológica da Linguística Funcional (vertente americana), cujo conceito de gradiência é fundamental para nossa análise. As teorias de gramaticalização e da Gramática de Construções também constituem base teórica essencial para o entendimento das CVPs, visto que consideramos a hipótese sustentada por Rodrigues (2011) de que haja um continuum de gramaticalização das CVPs a partir de construções coordenadas e, sendo assim, os verbos não podem ser estudados independentemente; as construções são o nível sintático mínimo de análise. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
BOMTORIN, Patricia. As construções verbais paratáticas : gramaticalização em italiano. 2015. 107 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Araraquara)..

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