| Processo: | 14/03348-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica |
| Pesquisador responsável: | Manoel Antônio dos Santos |
| Beneficiário: | Carolina Rizzatto Martins Padilha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Relações familiares Transtornos da alimentação e da ingestão de alimentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esposos | Relação conjugal | Relações afetivas | Relações familiares | Transtornos alimentares | Repercussões psicológicas da doença crônica |
Resumo Transtornos alimentares (TAs) são graves perturbações do comportamento alimentar, que se subdividem em: Anorexia Nervosa (AN), caracterizada pela perda de peso resultante de dieta extremamente restritiva e distorção da imagem corporal, e Bulimia Nervosa (BN), que compreende episódios de compulsão alimentar em curto período de tempo, seguidos de manobras purgativas. A etiologia multifatorial inclui os fatores familiares. A associação entre os TAs e diferentes padrões de relacionamentos tem sido explorada em uma variedade de dimensões, que vão desde o apego às figuras parentais até os relacionamentos que acontecem no contexto social ou, em um nível mais íntimo, no domínio conjugal. Hipotetiza-se que o envolvimento da família pode aumentar a motivação dos pacientes para permanecem no tratamento e se recuperarem. Acredita-se que, se houver envolvimento dos parceiros íntimos, um efeito semelhante pode ser obtido, dependendo da qualidade do relacionamento. O presente estudo tem como objetivo investigar o relacionamento afetivo e/ou conjugal de mulheres diagnosticadas com TAs, na perspectiva de seus respectivos parceiros/cônjuges. Trata-se de estudo qualitativo, descritivo e exploratório, de corte transversal. Como referencial teórico será utilizada a proposta de Bulik, Baucom e Kirby (2012), que preconizam tratar o TA no contexto do casal, compreendendo a sintomatologia como um problema do casal. A amostra de conveniência será composta por 10 parceiros de mulheres acometidas pelos TAs, vinculadas a um serviço especializado de um hospital universitário. Para coleta de dados será utilizado um roteiro de entrevista semiestruturada, com questões relativas ao convívio familiar, à história do relacionamento afetivo, facilidades e dificuldades percebidas antes e depois do TA, impacto dos sintomas sobre a relação do casal. As entrevistas serão realizadas individualmente, em situação face a face, ao longo de um ou dois encontros, conforme a necessidade, e audiogravadas mediante autorização dos participantes. Após a coleta de dados, o conteúdo audiogravado será transcrito literalmente e na íntegra. Posteriormente, os dados serão submetidos à análise de conteúdo temática. Investigar a perspectiva pela qual esses familiares (parceiros, cônjuges) compreendem o relacionamento afetivo estabelecido com a pessoa com TA pode favorecer o aperfeiçoamento de estratégias e o desenvolvimento de novas práticas no tratamento oferecido pelos profissionais de saúde aos pacientes. Transtornos alimentares (TAs) são graves perturbações do comportamento alimentar, que se subdividem em: Anorexia Nervosa (AN), caracterizada pela perda de peso resultante de dieta extremamente restritiva e distorção da imagem corporal, e Bulimia Nervosa (BN), que compreende episódios de compulsão alimentar em curto período de tempo, seguidos de manobras purgativas. A etiologia multifatorial inclui os fatores familiares. A associação entre os TAs e diferentes padrões de relacionamentos tem sido explorada em uma variedade de dimensões, que vão desde o apego às figuras parentais até os relacionamentos que acontecem no contexto social ou, em um nível mais íntimo, no domínio conjugal. Hipotetiza-se que o envolvimento da família pode aumentar a motivação dos pacientes para permanecem no tratamento e se recuperarem. Acredita-se que, se houver envolvimento dos parceiros íntimos, um efeito semelhante pode ser obtido, dependendo da qualidade do relacionamento. O presente estudo tem como objetivo investigar o relacionamento afetivo e/ou conjugal de mulheres diagnosticadas com TAs, na perspectiva de seus respectivos parceiros/cônjuges. Trata-se de estudo qualitativo, descritivo e exploratório, de corte transversal. Como referencial teórico será utilizada a proposta de Bulik, Baucom e Kirby (2012), que preconizam tratar o TA no contexto do casal, compreendendo a sintomatologia como um problema do casal. A amostra de conveniência será composta por 10 parceiros de mulheres acometidas pelos TAs. | |
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