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Avaliação do papel da leptina na neurogênese em camundongos adultos modelo de Doença de Alzheimer

Processo: 12/24341-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2014
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Marimélia Aparecida Porcionatto
Beneficiário:Michele Longoni Calió
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Células-tronco neurais   Hipotálamo   Leptina   Proliferação celular   Neurogênese

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é a mais comum das demências, e é caracterizada pela presença de placas senis extracelulares formadas pelo peptídeo ²-amiloide (A²) e por emaranhados neurofibrilares intracelulares de proteína Tau hiperfosforilada. Essas alterações levam à disfunção e degeneração neuronal progressivas, resultando em atrofia cerebral grave e déficits cognitivos. Com a descoberta de que a neurogênese persiste no cérebro de mamíferos adultos, incluindo regiões cerebrais afetadas pela DA, muitos estudos visam a utilização das células-tronco neurais de diversas áreas cerebrais para tratamento de doenças neurodegenerativas com o intuito de reparar e/ou impedir a perda de células neuronais. Sabe-se que a leptina, um hormônio secretado pelo tecido adiposo, tem ação na neurogênese, na neuroproteção, na regulação dos níveis de ²-amilóides e na hiperfosforilação de Tau. Em vista destes dados, o principal objetivo deste trabalho será verificar a ação da leptina na proliferação e diferenciação de células-tronco neurais de diferentes nichos neurogênicos em cérebros de animais duplo transgênicos modelos de DA, utilizando imunohistoquímica e qPCR. Acreditamos que uma melhor compreensão dos efeitos da leptina no cérebro pode conduzir ao desenvolvimento de terapias precoces para o tratamento da Doença de Alzheimer. (AU)