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Estudo dos mecanismos de ação pelos quais o estradiol estimula a síntese de PGF2a endometrial em fêmeas bovinas

Processo: 14/08815-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Claudia Maria Bertan Membrive
Beneficiário:Bruna Folegatti Santana
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental de Dracena. Dracena , SP, Brasil
Assunto(s):Estradiol

Resumo

Em fêmeas bovinas a liberação de PGF2a pode ser induzida in vivo pelo estradiol (E2), entretanto, o papel do E2 na síntese de PGF2a ainda não foi esclarecido. Considerando que as concentrações plasmáticas de PGF2a aumentam 3,5 horas após a aplicação do E2 in vivo, acredita-se que o E2 ative não somente enzimas, mas também estimule a síntese de proteínas essenciais para a produção de PGF2a. Sabe-se que explantes endometriais bovinos provenientes de animais injetados com E2, e cultivo de células endometriais bovinas (BEND) expostas ao E2, ao serem tratados com ionóforo de cálcio (CI) tiveram um aumento acentuado na liberação de PGF2a quando comparados àqueles que não receberam E2 e aos tratados exclusivamente com E2 ou CI. A hipótese é que o E2 estimule a expressão e/ou a atividade das enzimas PKC e PLA2, ambas dependentes de cálcio para a ativação, envolvidas na síntese de PGF2a endometrial. A hipótese é que o E2 estimule a expressão e/ou a atividade das enzimas PKC e PLA2, ambas dependentes de cálcio para a ativação, envolvidas na síntese de PGF2a endometrial. O objetivo geral deste estudo é identificar grupos de genes envolvidos na síntese de PGF2a endometrial em fêmeas bovinas, cuja expressão seja modulada pelo E2 pela técnica de RT-qPCR e posteriormente comprovar as proteínas identificadas como diferenciadas no experimento 2 pela técnica de Western Blotting. Fêmeas Nelore cíclicas (n=60), não lactantes, serão pareadas no dia 17 de um ciclo estral sincronizado, injetadas com 0mg (n=30) ou 3mg de 17²-estradiol (n=30) e em seguida serão subdivididas dentro de cada grupo para terem uma biópsia uterina do corno uterino ipsolateral ao corpo lúteo realizada com 2 horas (n=6 para 0mg e n=6 para 3mg de17²-estradiol) ou 3 horas (n=6 para 0mg e n=6 para 3mg de17²-estradiol) ou 4 horas (n=6 para 0mg e n=6 para 3mg de17²-estradiol) ou 5 horas (n=6 para 0mg e n=6 para 3mg de17²-estradiol) ou 6 horas (n=6 para 0mg e n=6 para 3mg de17²-estradiol). As amostras teciduais serão avaliadas quanto à expressão de RNAm, pela técnica de RT-qPCR, para algumas proteínas específicas envolvidas na síntese de PGF2± endometrial, dentre estas aldo-keto redutase1B1, Aldo-keto redutase 1C3, receptor de ocitocina, fosfolipase A24A, PKC±, PKC², PKC³, cicloxigenase 1 e cicloxigenase 2.