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Inventário de parcelas permanentes de Mata Atlântica e Cerrado no Estado de São Paulo

Processo: 14/12502-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Ricardo Ribeiro Rodrigues
Beneficiário:Nicácio Ribeiro Neto
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/50718-5 - Restauração ecológica de florestas ciliares, de florestas nativas de produção econômica e de fragmentos florestais degradados (em APP e RL), com base na ecologia de restauração de ecossistemas de referência, visando testar cientificamente os preceitos do Novo Código Florestal Brasileiro, AP.BTA.TEM

Resumo

O Bolsista TT3 será o responsável pela coleta de dados em campo do Módulo 4. Estão previstos três bolsistas TT3 e um auxiliar de campo para a medição de três parcelas permanentes, pois já contamos com uma bolsa disponível para a coleta de dados da quarta parcela permanente. Cada parcela permanente (320 × 320 m, i.e., 10,24 ha) está subdividida em 256 subparcelas de 20 × 20 m (400 m²). Os vértices das subparcelas foram marcados com mourões de eucalipto tratado de 1,10m de comprimento, sendo enterrados a aproximadamente 0,40 m de profundidade, conforme a estabilidade do solo no local. Para a numeração dos mourões utilizou-se o adesivo para recorte tipo "Gold", indicado para a confecção de placas que devem resistir às intempéries. Mesmo tendo havido a preocupação com a manutenção dos limites das parcelas por mourões e adesivos com alta durabilidade, houve depredação de alguns destes marcos por pessoas não autorizadas a circularem nas unidades de conservação, provavelmente caçadores e/ou palmiteiros. Assim, a primeira tarefa da equipe de campo será checar os limites de cada subparcela e demarcá-las com barbante, a fim de facilitar a visualização de seus limites e, portanto, a remedição.Na remedição todos os indivíduos presentes no banco de dados serão localizados em campo com o uso das informações disponibilizadas no relatório de cada subparcela emitido pelo Bolsista TT4-A. Para cada indivíduo localizado será feita nova medição de perímetro à altura do peito (PAP). As medições do número e perímetro dos fustes serão registradas no campo como uso de computador de mão, diretamente no relatório de cada subparcela, para evitar erros de omissão e possibilitar a revisão e correção, caso necessário.Também serão plaqueados, medidos e mapeados os indivíduos denominados "recrutas", sendo estes aqueles que atingiram PAP maior ou igual a 15 cm somente nesta medição, portanto não inventariados na etapa anterior. Destes indivíduos também serão coletados material botânico para identificação. As coordenadas X e Y do plano de referência local serão as medições diretas dos recrutas, com o uso de um Vertex. A localização será registrada no relatório impresso - listagem por subparcela - a fim de evitar anotações paralelas que podem aumentar os erros de exclusão de indivíduos no Banco ou inviabilizar a identificação de erros de digitação. Após digitar a localização das árvores, as coordenadas locais serão convertidas no banco de dados em coordenadas geográficas, permitindo ao Bolsista TT4-A a emissão de um relatório impresso com a localização dos indivíduos em relação ao plano local de coordenadas.A equipe de campo irá se orientar e localizar os indivíduos no campo com o croqui de localização dos indivíduos nas subparcelas e conferir as placas de identificação. Os erros de localização também são verificados, checados e corrigidos, de duas formas: 1) com um novo registro de medidas com Vertex a partir do marco de referência da subparcela; ou 2) pela marcação da nova posição, diretamente no croqui. Neste caso, uma interface gráfica do banco de dados lê as novas coordenadas locais e geográficas do indivíduo pelo seu deslocamento na tela do computador para a posição correspondente no croqui.A equipe eventualmente também deverá anotar os erros no relatório de campo impresso, para a correção do banco de dados, com a digitação das coordenadas de localização das árvores. Nessa fase, os erros de plaqueamento serão corrigidos com a remoção das placas dos indivíduos que receberam mais de uma identificação, substituição de plaquetas ilegíveis e plaqueamento de indivíduos sem nenhuma placa.

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