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Análise das conexões neurais ativadas pela exposição a um teste motivacional em ratos abstinentes de álcool etílico previamente selecionados como pouco ou muito reativos

Processo: 14/01028-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2014
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Fisiológica
Pesquisador responsável:Manoel Jorge Nobre Do Espirito Santo
Beneficiário:Rafael Elisio Campos Elias
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Motivação   Córtex pré-frontal   Ansiedade

Resumo

O alcoolismo é uma desordem crônica, caracterizada pelo aparecimento de uma síndrome de abstinência consequente a interrupção abrupta do consumo prolongado de álcool sendo a ansiedade, dentre todos os sintomas, o mais prevalente. Para indivíduos que apresentam algum transtorno de ansiedade, o álcool etílico é um forte reforçador e seus efeitos sobre o controle inibitório do comportamento pode ser modulado pelo contexto. Além disso, assim como em humanos, ratos selecionados genotípica ou fenotipicamente em função de seus níveis de ansiedade (baixa x alta) diferem significativamente entre si. Dentre as estruturas envolvidas na desregulação comportamental e afetiva induzida pelo consumo e abstinência de álcool etílico estudos apontam para a importância dos mecanismos controladores do córtex medial pré-frontal (mPFC) (top-down) sobre o funcionamento de áreas subcorticais sabidamente envolvidas com as alterações motivacionais e emocionais induzida pelo uso e abuso dessa substância, como o núcleo accumbens, amígdala e substância cinzenta periaquedutal. Além disso, as alterações induzidas pelo consumo de álcool parecem ser grandemente moduladas pelo estado emocional do indivíduo, assim como pelas pistas contextuais presentes no momento do reforço. No presente projeto faremos uma análise das áreas neurais ativadas pela exposição a um teste de esquiva ativa, assim como das conexões neurais aferentes e eferentes das áreas PrL e IL. Para isso utilizaremos a técnica de marcação imunohistoquímica da proteína Fos associada a técnica de traçamento anterógrado e retrógrado com o composto orgânico BDA (biotinylated dextran amine - 10 kDa), respectivamente.