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Isolamento e identificação de leptospiras patogênicas em cães com suspeita clínica de leptospirose

Processo: 14/07704-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2014
Vigência (Término): 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Mitika Kuribayashi Hagiwara
Beneficiário:Barbara Furlan Tozzi
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Urina   Isolamento   Reação em cadeia por polimerase (PCR)   Clínica médica   Cães   Leptospirose

Resumo

Leptospirose é uma zoonose bacteriana de distribuição global, responsável pelo acometimento tanto de diversas espécies de animais quanto seres humanos e ocorre quando da infecção destes por espécies patogênicas de espiroquetas do gênero Leptospira. A infecção dos cães por leptospiras patogênicas pode apresentar sinais clínicos variáveis de acordo com o sorovar infectante, porém os sinais mais recorrentes são insuficiência renal ou hepática, uveíte, hemorragia pulmonar, febre, aborto, anorexia, mialgia, desidratação, poliúria, polidipsia, choque hipovolêmico, edema periférico, vômito, diarreia, sangramento, icterícia e dor abdominal ou lombar. O diagnóstico definitivo da doença depende, além da observação destes sinais, dos resultados da soroaglutinação microscópica (SAM), isolamento e cultivo bacteriano e pela identificação de microrganismos através da microscopia de campo escuro ou técnicas moleculares (como a PCR) para detecção de material genético em tecidos ou fluidos corporais. Frequentemente são atendidos casos de cães com suspeita clínica de leptospirose no Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo, e a rotina da clínica envolve basicamente a realização do exame de soroaglutinação microscópica aliado aos resultados de hemograma, função renal e hepática e urinálise para a obtenção do diagnóstico e instituição da terapia adequada. O presente trabalho se propõe a, conjuntamente com os achados clínicos dos cães suspeitos, realizar a PCR da urina e sangue, além de tentativas de isolamento e identificação de leptospiras patogênicas, contribuindo assim para o diagnóstico definitivo da doença.

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