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Efeito do tratamento crônico do everolimus sobre a pressão arterial e o sistema renina angiotensina renal em ratos espontaneamente hipertensos

Processo: 14/01629-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Dulce Elena Casarini
Beneficiário:Lys Angela Favaroni Mendes Salgado Ribeiro
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/51904-9 - Sistema renina angiotensina e calicreina cininas na hipertensão, obesidade, diabetes, desnutrição e sepses: mecanismos moleculares, celulares e fisiopatológicos, AP.TEM
Assunto(s):Hipertensão   Ratos endogâmicos SHR   Serina-treonina quinases TOR   Sistema renina-angiotensina

Resumo

A hipertensão arterial (HA) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados de pressão arterial (PA). Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, rins e vasos sanguíneos), com aumento do risco de eventos cardiovasculares. O tratamento dessa enfermidade visa não somente reduzir os níveis de PA, mas também reverter os efeitos deletérios decorrentes nos órgãos-alvo. Os anti-hipertensivos mais utilizados são os inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECA) e os bloqueadores de receptor AT1 (BRA). A ativação crônica do sistema renina angiotensina (SRA) é um dos principais fatores que contribuem para o desencadeamento da HA, também provocam um desequilíbrio entre as proporções da enzima conversora de angiotensina (ECA) e ECA2, fato de que está relacionado a inúmeras doenças cardiovasculares e renais.Sabe-se que parte do efeito patológico promovido pela angiotensina II (Ang II) ocorre por meio da mTOR , uma quinase intracelular que controla funções como crescimento e proliferação celular. Seus inibidores, como o everolimus, tem sido úteis em combater uma variedade de doenças, inclusive a progressão de doenças renais, em especial postula-se ser responsável pela redução da pressão arterial. Baseados nas interações entre mTOR e Ang II, pretendemos estudar os possíveis efeitos anti-hipertensivos e renoprotetores do everolimus e de inibidores doSRA, isoladamente e em associação, de maneira crônica (4 meses de tratamento) em animais hipertensos. Assim, os inibidores da mTOR poderiam ser interessantes candidatos ao tratamento de doenças que envolvam a HA e os danos renais decorrentes de um desbalanço do SRA.