| Processo: | 14/04205-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia do Bem-estar Social |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Naercio Aquino Menezes Filho |
| Beneficiário: | Maria Micheliana da Costa Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nutrição infantil Comportamento do consumidor Pobreza |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comportamento do consumidor | Nutrição | pobreza | Economia do Consumidor |
Resumo Este estudo objetiva analisar a influência de fatores econômicos sobre o padrão de consumo alimentar infanto-juvenil, sua relação com a incidência de sobrepeso e obesidade e sua evolução na primeira década dos anos 2000. Para tanto, serão estimados modelos que buscam identificar a relação entre o estado nutricional dos indivíduos e o consumo alimentar individual, bem como o grau de sensibilidade do consumo alimentar com relação a variáveis socioeconômicas e seu impacto na incidência de sobrepeso. Mesmo diante da melhoria no nível de renda de parte significativa da população brasileira, principalmente a partir dos anos 2000, a evolução da composição nutricional da disponibilidade domiciliar de alimentos mostra a estabilização de uma dieta inadequada à saúde. Tal comportamento é favorável à prevalência de sobrepeso e obesidade, principalmente em crianças e adolescentes. Essa tendência é observada em todos os níveis de rendimento, sendo crescente com o nível de renda familiar. A preocupação com o estado nutricional na infância e adolescência decorre do risco de permanência do excesso de peso na fase adulta, além da incidência precoce de DCNT's e distúrbios psicossociais. A identificação do consumo alimentar durante a infância e adolescência, bem como sua relação com o estado nutricional, pode contribuir para verificar como intervenções públicas podem reverter e prevenir o quadro de obesidade infanto-juvenil. Levando em consideração a melhoria recente na condição de vida dos domicílios brasileiros, bem com o alto custo de uma dieta saudável, é preciso verificar como variações de renda e nos preços dos alimentos podem contribuir para o estado nutricional de crianças e adolescentes. (AU) | |
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