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Caracterização dos efeitos celulares do mono-n-butil-ftalato (MBP) mediados pela via estrogênica não-genômica ativada por GPR30 em células tumorais prostáticas humanas

Processo: 14/09191-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Wellerson Rodrigo Scarano
Beneficiário:Andre Rebelo Peixoto
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Assunto(s):Transformação celular neoplásica   Células tumorais   Próstata   Metabólitos   Receptores acoplados a proteínas-G

Resumo

O mono-n-butil-ftalato (MBP) - metabólito ativo do di-n-butil-ftalato, plastificante usualmente utilizado em diversos produtos, incluindo dispositivos médicos, plásticos flexíveis e cosméticos - possui efeito estrogênico, alterando as vias de sinalização estrógeno-dependentes e/ou independentes durante o desenvolvimento do sistema reprodutor masculino. Recentemente acredita-se que os efeitos de desreguladores endócrinos, como o DBP, sejam mediados pelo receptor estrogênico não clássico acoplado à proteína G (GPR30), mas ainda faltam dados que comprovem essa correlação. Esse receptor seria responsável pelos efeitos estrogênicos não genômicos de estrógenos. Tendo em vista a problemática mundial com relação à degradação dos materiais plásticos e sua dispersão no meio ambiente, e diante de estudo realizado anteriormente onde avaliamos o potencial carcinogênico do DBP na próstata de animais expostos no período peri- e pós-natal, este estudo tem por objetivo correlacionar a ação do mono-butil-ftalato (MBP) sobre células de câncer de próstata humana dependentes de andrógeno (LNCaP) e seus possíveis efeitos em vias de sobrevivência e morte celular, procurando estabelecer a correlação dos efeitos com mecanismos de ação mediados pelos receptores estrogênicos não clássicos GPR30. O tratamento será realizado em células epiteliais prostáticas humanas derivadas de adenocarcinomas dependentes de andrógenos (linhagem: LNCaP). As células serão mantidas em meio de cultura específico e serão expandidas e tratadas em estufa com 5% de CO2 e atmosfera úmida a 37ºC. Para a exposição ao MBP, a dose a ser utilizada será selecionada após o teste MTT. Concomitante ao tratamento com MBP as células serão expostas ao antagonista de GPR30 (G15). Após a seleção da melhor concentração para o tratamento, as células serão incubadas com o meio específico contendo o MBP dissolvido em veículo DMSO (0,1%) durante um período de 12 e 72 horas. Após a exposição, as células serão processadas para extração de RNA e proteínas, destinadas às técnicas de Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real após Transcrição Reversa (RT-qPCR) e western blot. Após a avaliação da expressão gênica das seguintes proteínas: GPR30, EGFR, AKT, MAPK 1 (ERK2), MAPK 3(ERK1), PKC-±, PI3K e c-SRC, que estão relacionadas com as vias celulares de proliferação, morte celular e dos efeitos estrogênicos não genômicos; realizaremos a avaliação por western blotting das proteínas que apresentarem expressão gênica alterada. (AU)

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