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Um ensaio clínico controlado e randomizado dos efeitos do treinamento muscular respiratório na melhora da tolerância ao exercício em jogadoras do futebol feminino

Processo: 14/10145-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Audrey Borghi e Silva
Beneficiário:Bruno Archiza
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):16/08999-5 - Fadiga diafragmática em homens adultos jovens e sua caracterização durante o exercício, BE.EP.DD
Assunto(s):Tolerância ao exercício   Oxigenação   Fadiga muscular   Jogadores de futebol

Resumo

Introdução: o treinamento muscular respiratório (TMR) consiste no uso de dispositivo que resiste ao fluxo ventilatório de forma a proporcionar força e resistência aos músculos respiratórios. É descrito que o TMR reduz a fadiga muscular respiratória, a concentração de lactato durante o exercício e atuaria de forma reflexa ao maior redirecionamento do fluxo sanguíneo para a musculatura periférica, reduzindo as alterações mecânico-ventilatórias durante o exercício em atletas. Contudo, nenhum estudo prévio parece ter avaliado os efeitos do TMR na oxigenação muscular periférica e ventilatória na população de jogadoras de futebol, o qual é marcado por sprints de alta intensidade, que se caracterizam pelo envolvimento de grande magnitude de força e potência muscular. Objetivo principal: analisar o impacto do TMR na tolerância ao exercício de alta intensidade em jogadoras de futebol e o seu impacto na oxigenação sanguínea da musculatura periférica e ventilatória. Material e métodos: ensaio clínico controlado, randomizado e duplo cego, onde serão selecionadas 20 jogadoras de futebol de elite. Estas, serão submetidas a um teste cardiopulmonar incremental em esteira. Subsequentemente, realizarão um teste de velocidade constante, até o tempo limite de tolerância (80% do VO2máx). Neste teste, será determinado: (1) a oxigenação muscular periférica (músculo vasto lateral) e respiratória (musculatura intercostal) por meio da espectroscopia de raios quasi-infravermelho (NIRS), (2) o débito cardíaco (DC) por impedância transtorácica; (3) a saturação de oxihemoglobina por oximetria de pulso e, (4) o grau de lactacidemia arterial. Também será realizado o teste de capacidade de sprints repetidos (CSR). Após 6 semanas de TMR a 50% da pressão inspiratória máxima (PImáx), 2 séries de 30 repetições, 5x/semana, as voluntárias serão reavaliadas. Principal hipótese: Após 6 semanas de TMR tais respostas seriam opostas, com acentuada melhora da tolerância ao exercício e aumento da oxigenação muscular respiratória e periférica. Relevância do estudo: fundamentação do papel do TMR no condicionamento da musculatura ventilatória e seu valor como estratégia auxiliar na performance de mulheres que desempenham atividades de alto rendimento. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ARCHIZA, BRUNO; ANDAKU, DANIELA KUGUIMOTO; ROSSI CARUSO, FLAVIA CRISTINA; BONJORNO JR, JOSE CARLOS; DE OLIVEIRA, CLAUDIO RICARDO; RICCI, PAULA ANGELICA; DO AMARAL, ANDRE CAPALDO; MATTIELLO, STELA MARCIA; LIBARDI, CLEITON AUGUSTO; PHILLIPS, SHANE A.; ARENA, ROSS; BORGHI-SILVA, AUDREY. Effects of inspiratory muscle training in professional women football players: a randomized sham-controlled trial. JOURNAL OF SPORTS SCIENCES, v. 36, n. 7, p. 771-780, 2018. Citações Web of Science: 6.

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